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Pré-candidatura do professor Edinan Braúna à Alego ganha força após decisão da Federação em Luziânia
A pré-candidatura do professor Edinan Braúna à Assembleia Legislativa de...
Super Adega anuncia jornada 5×2 para todas as unidades e realiza feirão de empregos
A rede Super Adega anunciou uma mudança na jornada de...
A IA é compatível com o devido processo legal?
Uma decisão recente parece ter tonificado o debate sobre o...
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A pré-candidatura do professor Edinan Braúna à Assembleia Legislativa de Goiás ganha força em Luziânia após decisão construída por meio de diálogo responsável c...


A pré-candidatura do professor Edinan Braúna à Assembleia Legislativa de Goiás ganha força em Luziânia após decisão construída por meio de diálogo responsável com Didi Viana, presidente do Partido dos Trabalhadores, PT, no município. A partir desse entendimento, foi definida a retirada da pré-candidatura ao Legislativo Estadual para somar forças ao projeto de Braúna em 2026.

Com o gesto político, a Federação Brasil da Esperança em Luziânia, composta por PT, PCdoB e PV, formalizou a unificação em torno do nome do professor. O movimento reforça a consolidação de um projeto coletivo, popular e comprometido com o desenvolvimento do Entorno Sul e de Goiás.

Unidade popular e articulação política

Após o diálogo e o compromisso firmado em defesa da unidade popular, a Federação Brasil da Esperança, identificada nacionalmente como o Time de Lula, decidiu concentrar esforços na pré-candidatura de Edinan Braúna. A definição fortalece a estratégia de organização antecipada e amplia a base política do projeto no município.

A decisão interna confirma o nome do professor como o escolhido para representar Luziânia e o Entorno Sul na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Goiás em 2026.

Conversas seguem com partidos progressistas

Além do apoio formal da federação, o professor Edinan Braúna segue em diálogo com outros partidos progressistas da cidade, buscando ampliar a frente política que sustenta o projeto.

Nos bastidores, lideranças avaliam que o avanço da pré-candidatura é resultado de articulação contínua, responsabilidade política e construção coletiva. Unidade, responsabilidade e compromisso com o povo passam a ser os pilares centrais dessa etapa do projeto 2026.

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A rede Super Adega anunciou uma mudança na jornada de trabalho de seus colaboradores. A partir de agora, todas as unidades passam a adotar o regime 5×2, no qual...


A rede Super Adega anunciou uma mudança na jornada de trabalho de seus colaboradores. A partir de agora, todas as unidades passam a adotar o regime 5×2, no qual o funcionário trabalha cinco dias e folga dois. A medida passa a valer para os colaboradores de diferentes regiões, como Jardim Botânico, Taguatinga Norte, Taguatinga Sul, SIA, Gama, Guará e também Valparaíso de Goiás.

Segundo a empresa, a mudança busca proporcionar mais equilíbrio entre vida pessoal e profissional, além de reforçar a valorização dos trabalhadores.

Como parte das novidades, a rede também promoverá um feirão de empregos no dia 27 de fevereiro, das 8h às 17h, na unidade do SIA, no Distrito Federal. Serão ofertadas vagas para cargos operacionais, com oportunidades distribuídas entre todas as lojas.

Os interessados devem comparecer ao local com documento com foto e caneta.

Da redação – Jornal O Grito.


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Uma decisão recente parece ter tonificado o debate sobre o uso de inteligência artificial no Direito. É o caso do voto de um desembargador que absolveu um homem...



Uma decisão recente parece ter tonificado o debate sobre o uso de inteligência artificial no Direito. É o caso do voto de um desembargador que absolveu um homem de 35 anos por estupro de vulnerável contra uma criança de 12 anos em Minas Gerais.

O julgamento mostrou que a IA já se faz presente no Judiciário brasileiro. Resta saber em que extensão. Não cabe mais discutir se a tecnologia deve ser usada, mas como ela pode ser incorporada sem corroer garantias processuais que sustentam a legitimidade da jurisdição.

De um lado, o risco da delegação irresponsável à máquina de escolhas que exigem valoração jurídica, sensibilidade probatória e controle democrático. De outro, a recusa acrítica, no sentido de ignorar que a pressão por produtividade também gera erros, inconsistências e decisões frágeis, o que pode ser evitado com a utilização das ferramentas certas.

A pergunta que importa, então, é objetiva: como compatibilizar IA com o devido processo legal, o contraditório e a motivação das decisões?

A resposta passa por uma tese simples, mas exigente. IA pode apoiar o trabalho jurídico, desde que permaneça instrumental, auditável e subordinada a deveres reforçados de transparência, participação e fundamentação.

Mas há um ponto adicional, frequentemente subestimado, que condiciona a legitimidade e a utilidade do uso: não basta “ter IA”; é preciso trabalhar com IA que compreenda o sistema jurídico brasileiro, treinada e calibrada com modelos e dados legais nacionais.

No caso citado, segundo noticiário, o uso da IA pelo relator se deu para a melhoria na construção de um parágrafo, o que, à toda evidência, não tem problema algum. É lícito, é correto!

1. O que a IA pode (e não pode) fazer no processo.

Há usos de IA que são, em regra, compatíveis com o Estado de Direito, como a organização de documentos, classificação de peças, pesquisa de jurisprudência, detecção de inconsistências, sumarização de autos, apoio à gestão de gabinete e ao saneamento de processos. E, sem dúvida, sua utilização para corrigir texto ou melhorar sua estruturação.

Em todos esses casos, a tecnologia atua como ferramenta de eficiência, sem substituir o núcleo decisório.

O problema começa quando a IA passa a influenciar, direta ou indiretamente, o conteúdo da decisão judicial, a seleção do que será considerado relevante, ou a forma como o caso é enquadrado.

Nesses cenários, surgem três tensões centrais: (i) Devido processo legal: decisões devem ser produto de procedimento justo, com controle racional e institucional do caminho decisório; (ii) Contraditório: as partes precisam ter condições reais de influenciar o convencimento do julgador, inclusive sobre critérios que afetem o julgamento; (iii) Motivação: a fundamentação não é ornamento; é o mecanismo que permite controle, recurso, previsibilidade e legitimidade.

Se a IA atua como “caixa-preta”, sugerindo conclusões sem explicitar premissas, dados e limites, ela pode comprometer exatamente esses três pilares.

2. Contraditório em tempos de algoritmos: o direito de “contraditar o método”

O contraditório contemporâneo não se limita a falar por último; ele envolve participação efetiva. Quando ferramentas algorítmicas passam a orientar triagens, priorizações, agrupamentos de casos, recomendações de precedentes ou minutas, surge um novo objeto de debate: o método.

Em termos práticos, compatibilizar IA com contraditório exige reconhecer um direito mínimo das partes de saber se houve uso de IA em etapa relevante (triagem, análise do caso, sugestão de minuta, correção de texto, recomendação de precedentes, análise de risco, etc.); conhecer qual foi a finalidade do uso (gestão, pesquisa, apoio à fundamentação, detecção de padrões); e poder questionar limitações, vieses e erros do resultado apresentado como apoio técnico.

Sem isso, cria-se uma assimetria: a parte discute fatos e direito, enquanto o processo é silenciosamente moldado por critérios não debatidos.

3. Motivação das decisões: por que “IA sugeriu” não é fundamento.

A motivação é o ponto em que o Estado presta contas. Se a decisão se apoia em uma ferramenta, a fundamentação precisa demonstrar que o juiz compreendeu o caso concreto e as provas; selecionou normas e precedentes de modo justificável; enfrentou argumentos relevantes das partes; e não terceirizou o raciocínio para um sistema opaco.

A IA pode ajudar a organizar argumentos, comparar precedentes e apontar inconsistências. Mas a fundamentação não pode ser substituída por uma “autoridade tecnológica”. Em outras palavras, a decisão deve ser explicável em linguagem jurídica, independentemente de como a IA foi usada internamente.

4. A tese jurídica: deveres mínimos para uso legítimo de IA no sistema de justiça.

Para evitar tanto o fetichismo tecnológico quanto o medo paralisante, apresentamos uma reflexão doutrinária: sempre que IA for utilizada em atividade capaz de influenciar o resultado do processo (ainda que como “apoio”), devem ser observados, ao menos, os seguintes deveres:

  • Dever de transparência funcional (uso declarado). Deve ser possível identificar quando e para que a IA foi empregada. Não se trata de expor segredos industriais, mas de garantir rastreabilidade institucional: houve apoio algorítmico? em qual etapa? com qual finalidade?”;
  • Dever de auditabilidade e registro (rastro decisório). O sistema de justiça precisa manter registro mínimo do insumo algorítmico relevante: versão da ferramenta, parâmetros gerais, logs essenciais, data e responsável pelo uso. Sem rastro, não há controle; sem controle, não há devido processo legal;
  • Dever de supervisão humana qualificada (human-in-the-loop real). Supervisão não pode ser “carimbo”. O operador deve ter condições materiais de revisar, contestar e rejeitar a sugestão da IA, com tempo, treinamento e responsabilidade atribuída;
  • Dever de não delegação do núcleo decisório. A valoração probatória, a subsunção jurídica e o enfrentamento dos argumentos das partes são indelegáveis. IA pode sugerir; não pode decidir.
  • Dever de contraditório sobre o uso relevante. Se a IA influenciou a seleção de precedentes, a priorização do caso, a triagem de pedidos ou a minuta-base, deve existir espaço para as partes questionarem o resultado e seus pressupostos, especialmente quando houver risco de erro material ou viés.
  • Dever de fundamentação independente e verificável. A decisão deve se sustentar por razões jurídicas controláveis. A IA pode ter auxiliado na pesquisa, mas o fundamento deve ser reconstruível sem apelo à “autoridade do algoritmo”.

5. Impactos práticos: o que muda para advocacia e para o Judiciário

Para a advocacia, a pauta não é proibir IA, mas exigir garantias processuais. Na prática, isso significa: pedir esclarecimentos sobre uso de ferramentas em etapas sensíveis; apontar riscos de vieses e erros materiais; e reforçar a necessidade de enfrentamento específico dos argumentos, sobretudo quando a decisão aparentar padronização excessiva.

Para a magistratura e a gestão judiciária, a mensagem é igualmente objetiva: tecnologia sem governança aumenta risco institucional. A adoção de IA precisa vir acompanhada de protocolos de uso, registro, treinamento e critérios de transparência compatíveis com o processo justo.

Para o público geral informado, o ponto é de legitimidade democrática: decisões judiciais não podem se tornar incompreensíveis ou “mágicas”. Se a sociedade não consegue entender por que o Estado decidiu, a confiança no sistema se deteriora.

Conclusão: eficiência não pode custar legitimidade.

A IA pode ser uma aliada relevante para reduzir ruído informacional, melhorar consistência e acelerar rotinas. Mas, no sistema de justiça, eficiência não é valor absoluto. É condicionada por garantias.

Compatibilizar IA com o devido processo legal, o contraditório e a motivação exige assumir que a tecnologia deve operar sob deveres reforçados de transparência, auditabilidade, supervisão humana e fundamentação independente.

A adoção responsável da tecnologia pressupõe IA treinada e calibrada com dados legais nacionais: legislação brasileira atualizada, jurisprudência dos tribunais superiores e cortes locais, atos normativos relevantes, padrões redacionais e terminologia forense brasileira. Isso não elimina riscos, mas reduz drasticamente a chance de erro estrutural e aumenta a auditabilidade do raciocínio.

Em síntese: não é só governança do uso; é governança do modelo.

Esse é o caminho do meio, não o da automação que desresponsabiliza, nem o da recusa que perpetua ineficiências e erros humanos evitáveis.

Se o sistema de justiça vai usar IA (e vai), a pergunta correta é: com quais controles, com qual prestação de contas e com qual compromisso com o processo justo?



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Dois homens foram detidos pela Polícia Militar do Distrito Federal durante fiscalização ambiental realizada no Lago Paranoá, em trecho situado nas proximidades ...


Dois homens foram detidos pela Polícia Militar do Distrito Federal durante fiscalização ambiental realizada no Lago Paranoá, em trecho situado nas proximidades da Ponte Honestino Guimarães, área que integra zona de proteção ambiental.

Durante a abordagem, os policiais localizaram aproximadamente 8 quilos de tucunaré e 500 gramas de camarão-canela, além de três redes com malha considerada irregular para uso naquele ponto do lago, conforme a legislação ambiental vigente.

A ocorrência foi registrada na tarde de sexta-feira, quando a equipe identificou a prática de pesca em local com restrições estabelecidas por decreto. Segundo informações repassadas pela corporação, os envolvidos utilizavam apetrechos proibidos para a captura de peixes e crustáceos.

Após o flagrante, os suspeitos foram encaminhados à 1ª Delegacia de Polícia, na Asa Sul, onde o material apreendido foi apresentado. Eles poderão responder por crime ambiental previsto na legislação federal, em razão da prática de pesca irregular em área de preservação.

O post Dupla é detida por pesca ilegal em área de preservação no Lago Paranoá apareceu primeiro em Jornal Democrático.



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Um homem identificado como Marcos Vinícius foi morto a facadas na tarde deste sábado (21), na quadra 209/210 de Santa Maria Sul, no Distrito Federal. De acordo ...


Um homem identificado como Marcos Vinícius foi morto a facadas na tarde deste sábado (21), na quadra 209/210 de Santa Maria Sul, no Distrito Federal. De acordo com as primeiras informações, o principal suspeito do crime é o próprio sobrinho da vítima.

Segundo relatos, os dois teriam se envolvido em uma discussão, cuja motivação ainda está sendo apurada. Durante o desentendimento, o jovem teria desferido diversos golpes de faca, atingindo principalmente a região do peito do tio.

A vítima chegou a ser socorrida e encaminhada ao Hospital Regional de Santa Maria, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu na unidade de saúde.

A Polícia Civil do Distrito Federal investiga o caso e realiza diligências para localizar o suspeito, que fugiu após o crime e, até a última atualização desta reportagem, ainda não havia sido encontrado.

Informações que possam ajudar nas investigações podem ser repassadas de forma anônima pelos números 190 ou 197. O sigilo é garantido.

Da redação – Jornal O Grito.


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Técnico do São Paulo, Luis Zubeldía ficou na bronca com a arbitragem após o empate sem gols com o Atlético-MG, neste domingo (6), pelo Brasileirão. Após ser expulso no fim do primeiro tempo, o argentino fez um longo desabafo.

O comandante são-paulino lembrou que não é a primeira vez que a equipe é prejudicada pelo árbitro Ramon Abatti Abel, voltou a reclamar que Lyanco deveria ter sido expulso ainda na primeira etapa e que seguirá brigando pelos interesses do seu clube em campo, mesmo que isso custe novas expulsões.

Zubeldía ainda voltou no tempo e lembrou do pênalti marcado a favor do Palmeiras, na semifinal do Paulistão, e que inclusive teve a Federação Paulista de Futebol (FPF) reconhecendo o erro do árbitro em assinalar a penalidade em cima de Vitor Roque.

“A arbitragem a todo momento deixa dúvidas. Essa situação já não é mais nenhuma dúvida, o segundo cartão amarelo para o Lyanco. Eu não sei qual é o critério que utiliza, já não é a primeira vez que isso acontece com esse árbitro (Ramon Abatti). Quando jogamos pela Copa (do Brasil), uma jogada do (Wellington) Rato, ele (Lyanco) faz uma falta e é o último homem, porque ele fica de frente para o gol, e o árbitro não o expulsou. Tenho muita dúvida com essa arbitragem. A jogada (do Lyanco) era para amarelo. Tem coisas que não posso suportar. Sou treinador, não sou o chefe dos árbitros, mas é amarelo, é segundo cartão amarelo, é expulsão. Não entendo por que ele não fez isso”, começou por dizer.

“A mim não interessa ser expulso, não me importa que isso saia na TV e nas redes sociais, não me interessa nada. É para defender o meu time, defender o São Paulo. Uma vez em mil vou fazer isso porque eu vivo disso, o futebol é a minha vida, não posso permitir que um árbitro não expulse um jogador rival, quando tem que ser expulso. Como o pênalti que inventaram para o Palmeiras, são erros que não podem acontecer hoje em dia. E não me importa se estamos jogando de visitante, se o jogador tiver ou não hierarquia”, prosseguiu.

“Se a equipe joga bem ou mal, a responsabilidade é minha, mas quando um árbitro comete um erro, uma em mil vezes vou fazer ele notar erros que são importantes para o desenvolvimento do jogo. Se tiverem que me expulsar 20 vezes, me expulsarão. Não me importa. Já tenho nome como treinador e não me importa nada, redes sociais, o que me importa é defender o time que estou defendendo, que é o São Paulo. Quando há uma injustiça assim, eu tenho que mostrar ao árbitro, e se me custar uma expulsão, que se alguém tiver que me dizer algo, que seja a diretoria do São Paulo.”

Além de Zubeldía, o São Paulo ainda teve Calleri expulso no segundo tempo, assim como o Galo, que viu Lyanco receber o segundo amarelo e ser expulso nos acréscimos. No fim das contas, o jogo terminou empatado em 0 a 0, com os dois times ainda sem vencer no Brasileirão.

Próximos jogos do São Paulo:



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O Zoológico de Brasília conta agora com um novo casal de macacos-aranha-de-testa-branca (Ateles marginatus), uma das espécies mais ameaçadas da fauna brasileira...


O Zoológico de Brasília conta agora com um novo casal de macacos-aranha-de-testa-branca (Ateles marginatus), uma das espécies mais ameaçadas da fauna brasileira. A fêmea Kika, resgatada pelo Ibama em 2019, recebeu o macho Chicão, vindo do Zoológico de Goiânia em maio deste ano. Após dois meses de adaptação, os dois foram integrados com sucesso.

O reforço faz parte de uma iniciativa nacional de manejo e conservação de espécies em risco, já que o macaco-aranha-de-testa-branca está classificado como “em perigo” pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

“Além de melhorar o bem-estar dos animais, essa união é estratégica para a tentativa de reprodução da espécie”, afirmou Wallison Couto, diretor-presidente do Zoológico de Brasília. “A integração de Kika e Chicão é resultado do empenho diário das nossas equipes técnicas e reforça o compromisso da instituição com a preservação da biodiversidade.”

O espaço já está aberto à visitação!

Da redação – Jornal O Grito.


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O Zoológico de Brasília preparou uma programação especial para celebrar o Dia das Crianças, com atividades gratuitas nos dias 11 e 12 de outubro, das 8h30 às 16...


O Zoológico de Brasília preparou uma programação especial para celebrar o Dia das Crianças, com atividades gratuitas nos dias 11 e 12 de outubro, das 8h30 às 16h. O evento promete unir diversão, aprendizado e contato com a natureza, encantando visitantes de todas as idades.

Com foco em lazer e educação ambiental, o Zoo oferecerá apresentações teatrais, brincadeiras, brinquedos infláveis e tendas educativas, onde o público poderá conhecer mais sobre os projetos de conservação da fauna e flora do Cerrado.

No sábado (11), a programação contará com teatro, atividades recreativas e ações de vacinação gratuita, realizadas em parceria com a Secretaria de Saúde do DF.

Shows de mágica são uma das atrações do Zoológico para o Dia das Crianças | Foto: Divulgação/Zoológico de Brasília

Já no domingo (12), além das atrações infantis e educativas, haverá uma feira de artesanato, em parceria com a Secretaria de Turismo, reunindo produtos locais e lembranças sustentáveis. O destaque do dia será o lançamento do livro “Pequi e o Cerrado Voador”, que conta a história de uma loba-guará resgatada, reabilitada e devolvida à natureza.

O Zoológico convida famílias de todo o DF e Entorno a participarem do fim de semana de celebração, reforçando o amor pela natureza e a importância da conservação ambiental.

Da redação – Jornal O Grito.


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O Jornal Democrático manifesta profundo pesar pelo falecimento de Xandy, morador pioneiro do bairro Parque Alvorada, em Luziânia, onde residia há mais de 30 ano...


O Jornal Democrático manifesta profundo pesar pelo falecimento de Xandy, morador pioneiro do bairro Parque Alvorada, em Luziânia, onde residia há mais de 30 anos. Ele foi vítima de um acidente fatal de motocicleta ocorrido neste domingo (29), na rodovia que liga Luziânia a Vianópolis.

Xandy era atleta do Atlético Alvoradense, tradicional time do bairro, e será sempre lembrado por sua alegria, companheirismo e dedicação dentro e fora de campo. Sua presença marcante, tanto nos jogos quanto no convívio com os amigos, deixará saudades profundas na comunidade.

Em nota, a diretoria do Atlético Alvoradense declarou: “Com imensa tristeza, comunicamos o falecimento do nosso amigo e integrante Xandy. Sua alegria, companheirismo e amor pelo nosso time sempre estarão marcados na nossa história. Hoje, o campo amanheceu mais silencioso… Perdemos um dos nossos. Desejamos força à família, amigos e a todos que tiveram o privilégio de conviver com ele. Descanse em paz, Xandy. Você sempre será parte da nossa camisa.”

Nos solidarizamos com todos os familiares, amigos e moradores do Parque Alvorada neste momento de dor. Que Deus conforte o coração de todos.



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O Distrito Federal dá um passo decisivo na proteção e cuidado com os animais de produção ao criar, pela primeira vez, uma estrutura voltada exclusivamente a ess...


O Distrito Federal dá um passo decisivo na proteção e cuidado com os animais de produção ao criar, pela primeira vez, uma estrutura voltada exclusivamente a esse fim: a Subsecretaria de Proteção aos Animais de Produção, vinculada à Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF). Para liderar esse novo e estratégico setor, o governador Ibaneis Rocha nomeou o médico veterinário e produtor rural Walter Roriz de Queiroz, o Waltinho, natural de Luziânia (GO), reconhecido pelo seu trabalho e atuação política no Entorno de Brasília.

A nova subsecretaria terá como missão central o resgate, acolhimento e proteção de animais de grande porte — como equinos e bovinos — soltos em áreas urbanas ou envolvidos em acidentes nas vias públicas. A iniciativa foi elogiada por Waltinho, que classificou a criação da pasta como “um avanço necessário e urgente” e destacou o pioneirismo do governador:

“O governador Ibaneis foi além de visionário, foi um verdadeiro percursor ao enxergar a gravidade do problema e oferecer uma resposta concreta. Quem conhece a realidade do campo sabe que animal solto perto de pista representa risco e sofrimento, para todos os lados.”

Com uma trajetória ligada diretamente à vida rural e aos cuidados com os animais, Waltinho traz para o cargo a experiência de quem conhece a realidade de perto. Médico veterinário e produtor rural, ele também teve forte atuação política em Luziânia, onde foi vereador e candidato a prefeito, obtendo mais de 12 mil votos. Agora, assume o desafio de estruturar do zero uma subsecretaria com papel técnico e social crucial.

“Vamos atuar com seriedade técnica e sensibilidade. Nosso objetivo é proteger vidas — tanto dos animais quanto das pessoas — e trazer mais segurança e ordem às vias do Distrito Federal. Agradeço sinceramente ao governador Ibaneis Rocha pela confiança e ao secretário Rafael Bueno, com quem terei a honra de trabalhar lado a lado.”

Metas claras e ação estratégica

Entre as metas imediatas da nova subsecretaria estão três eixos principais:

  1. Implantar uma rede de resgate e acolhimento de animais com atuação ágil e humanizada.
  2. Desenvolver políticas públicas específicas para o trato e gestão dos animais de produção em meio urbano.
  3. Estimular ações educativas que envolvam prevenção, conscientização e cooperação com a população.

Além disso, há planos de médio prazo para construir um sistema inteligente de mapeamento e resposta às ocorrências, combinando tecnologia e ação direta nas regiões com maior número de incidentes.
Visão de futuro e compromisso com Goiás

Com os olhos voltados para 2026, Waltinho também enxerga sua atuação dentro de um projeto político mais amplo, alinhado à estratégia nacional do seu partido, o PL:

“Nosso partido trabalha para construir uma grande frente da direita em Goiás. Estamos vivendo um tempo de reconstrução moral e de afirmação de valores como trabalho, ordem e respeito à vida. E eu quero estar na linha de frente, contribuindo com coragem e coerência, especialmente para o fortalecimento do Entorno e da minha cidade, Luziânia.”

Firmeza partidária e gratidão às lideranças

Respondendo às especulações sobre mudanças de legenda, Waltinho é direto:

“Seguirei firme no PL. Tenho gratidão pelas lideranças que acreditaram em mim e abriram espaço para esse novo momento. A deputada federal Bia Kicis no Distrito Federal e o senador Wilder Morais em Goiás são referências para mim. Eles representam com dignidade os valores que também defendo, e quero honrar essa confiança com trabalho sério e dedicação total.”

Com a nomeação de Waltinho, a Subsecretaria de Proteção aos Animais de Produção inicia sua trajetória com liderança técnica, política e profundamente enraizada no compromisso com a vida e com as regiões historicamente esquecidas. Um novo tempo começa — com ordem, responsabilidade e propósito.


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