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João Gordo detido no aeroporto: entenda lei sobre porte de drogas
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MDB completa 60 anos mais uma vez dividido sobre qual caminho seguir na disputa presidencial
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‘Sem evolução no trabalho’: os motivos que fizeram Botafogo demitir Anselmi e como está busca por substituto
A passagem de Martín Anselmi pelo Botafogo chegou ao fim...
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O vocalista da banda Ratos de Porão, João Gordo, de 62 anos, foi detido no domingo (22) no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins (MG), por posse...


O vocalista da banda Ratos de Porão, João Gordo, de 62 anos, foi detido no domingo (22) no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins (MG), por posse de substâncias entorpecentes.

O artista foi flagrado com aproximadamente 1 grama de maconha e haxixe, mas foi liberado logo após a conclusão dos procedimentos legais na unidade policial.

Detalhes da ocorrência em Confins

João Gordo foi parado pelos agentes durante a inspeção de raio-x do terminal mineiro. Segundo informações da Polícia Federal, o cantor confirmou a posse das substâncias aos policiais no momento da abordagem.

Foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por posse de drogas para consumo pessoal.

O artista assinou um termo de compromisso para comparecer à Justiça quando solicitado e foi autorizado a seguir viagem, embora tenha relatado em suas redes sociais o transtorno de ter perdido o voo original.

Por que o cantor não foi preso?

A ausência de prisão em flagrante e a liberação imediata do cantor estão fundamentadas na Lei de Drogas (11.343/2006) e na jurisprudência atual do Supremo Tribunal Federal (STF).

  • Quantidades para uso pessoal: O STF, por meio do Tema 506, definiu que o porte de maconha para consumo próprio não é crime, mas sim uma infração administrativa.
  • Critério objetivo: A regra geral estabelecida pela Corte presume como usuário quem estiver com até 40 gramas ou seis plantas fêmeas de cannabis sativa. Como o cantor portava apenas 1 grama, sua conduta enquadrou-se diretamente no perfil de consumo pessoal.
  • Penalidades aplicáveis: Para casos de uso, a lei não prevê pena de prisão. As sanções são restritas a advertências sobre os efeitos das drogas e medida educativa de comparecimento a programas ou cursos específicos. Além disso, a infração administrativa não gera registro na ficha criminal do indivíduo.

O que é Termo Circunstanciado?

O Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) é um registro formal lavrado pela autoridade policial ao tomar conhecimento de uma infração penal de menor potencial ofensivo.

No sistema jurídico brasileiro, ele substitui o inquérito policial para esses episódio mais leves, visando a celeridade processual.

As principais características e procedimentos do Termo Circunstanciado são:

  • Substituição da prisão: Ao autor do fato que, após a lavratura do termo, for encaminhado ao juizado ou assumir o compromisso de comparecer à Justiça quando convocado, sem prisão em flagrante ou fiança.
  • Aplicação em casos de posse de drogas: No caso de posse de maconha para consumo pessoal, a autoridade policial deve apreender a substância e notificar o autor para comparecer em juízo, utilizando a sistemática do TCO.
  • Conteúdo: Diferente de um inquérito complexo, o TCO é um relato sucinto da ocorrência, servindo de base para o oferecimento de denúncia oral ou queixa no juizado.

Além do contexto criminal, o termo “circunstanciado” é utilizado na legislação para designar autos ou relatórios detalhados em outras esferas, como em inspeções judiciais, buscas e apreensões ou declarações de bens em inventários.

Situação atual do artista

Após a liberação, João Gordo utilizou as redes sociais para tranquilizar os fãs e relatar que já se encontra em São Paulo.

Ele minimizou o episódio e confirmou que sua agenda de compromissos profissionais segue mantida sem alterações.



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O MDB completa 60 anos de existência nesta terça-feira, 24, dividido sobre qual caminho seguir na próxima eleição presidencial. Sem consenso interno, a tendênci...


O MDB completa 60 anos de existência nesta terça-feira, 24, dividido sobre qual caminho seguir na próxima eleição presidencial. Sem consenso interno, a tendência é que o partido não lance candidato próprio nem apoie nenhum nome na disputa, como fez em outras ocasiões na história.

O maior desafio é fazer isso sem que haja um racha interno, como em 1998, quando uma ala defendia apoiar a reeleição de Fernando Henrique Cardoso e outra queria candidatura própria. A convenção nacional terminou em pancadaria, com socos e pontapés.

Nos últimos anos, esse tipo de conflito diminuiu à medida que uma nova geração, de perfil mais pragmático, passou a ocupar espaço na direção do partido. Por isso, lideranças da legenda esperam adotar o caminho da neutralidade neste ano sem grandes turbulências.

Em 2022, também dividido, o partido aprovou a candidatura de Simone Tebet com 262 votos favoráveis e nove contrários. Embora a então senadora não tenha recebido apoio de correligionários em parte dos Estados, a votação ajudou a demonstrar alguma unidade interna.

Neste ano, um levantamento interno mostra que há 16 diretórios contrários a uma aliança com Lula. Por isso, o único caminho que emedebistas consideram possível é uma aproximação com o PSD, que caminha para lançar candidatura própria ao Planalto.

Divisões começaram já na origem

A origem das divisões internas do MDB remonta ao período em que a legenda foi criada, ainda durante a ditadura militar. Em 1965, o regime extinguiu os partidos existentes e impôs regras que empurraram o País para o bipartidarismo, levando os políticos a se organizarem em duas legendas: a Aliança Renovadora Nacional (Arena), que reuniu apoiadores da ditadura, e o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), que se tornou a única oposição permitida e abrigo de opositores que não haviam sido cassados ou exilados.

A literatura aponta que o MDB foi formado majoritariamente por integrantes de partidos trabalhistas, sobretudo o PTB, e por ex-membros do PSD, mais ao centro. Embora a maioria dos integrantes da UDN tenha migrado para a Arena, uma ala minoritária aderiu ao MDB.

A trajetória do partido, por muitos estudiosos considerado o mais longevo em atividade, se entrelaça à história recente do próprio País. Ao longo dessas seis décadas de existência, o MDB atravessou crises, mas manteve relevância nacional: ainda hoje, é a sigla com maior número de filiados, cerca de 2 milhões, e a segunda em prefeituras.

A existência de um partido de oposição em plena ditadura pode parecer contraditória. Na prática, porém, foi usada pelo regime para sustentar ares de normalidade democrática, especialmente diante da comunidade internacional.

Dificuldades no início e a virada com Ulysses

Nos primeiros anos como oposição, o MDB enfrentou dificuldades para se manter ativo, sobretudo após o AI-5, em 1968, mais duro ato da ditadura que cassou lideranças do partido e suspendeu garantias fundamentais. Em 1970, após uma derrota eleitoral, a cúpula chegou a discutir a autodissolução, mas a ideia foi descartada.

A chegada de Ulysses Guimarães à presidência nacional da sigla marcou uma inflexão na trajetória do MDB. Em 1973, no auge da ditadura, Ulysses se lançou “anticandidato” à Presidência e percorreu o País denunciando a repressão do regime.

Embora tenha sido derrotado, o movimento abriu caminho para uma vitória expressiva do MDB nas eleições legislativas de 1974, quando o partido conquistou 16 das 22 cadeiras em disputa e passou a atuar com mais força no Congresso, impondo uma derrota importante à ditadura.

Em 1979, o fim do bipartidarismo extinguiu a legenda, que se reorganizou sob o nome PMDB – a nova legislação exigia a palavra “partido” na composição do nome. Apesar da mudança e do surgimento de novas siglas de oposição, o PMDB manteve seu protagonismo. Em 1982, nas primeiras eleições diretas para governador desde o início da ditadura, venceu em nove Estados, incluindo São Paulo, com Franco Montoro, e Minas Gerais, com Tancredo Neves. O resultado foi decisivo para impulsionar a campanha das Diretas Já.

O partido tentou aprovar uma emenda para restabelecer as eleições diretas para a Presidência, mas a proposta foi rejeitada pelo Congresso. A solução política foi uma aliança em torno de uma chapa formada por Tancredo Neves e José Sarney, que venceu a última eleição indireta do País.

Com a morte de Tancredo, Sarney assumiu a Presidência e, em 1988, o Brasil promulgou a Constituição que trouxe de volta o Estado Democrático de Direito.

No período pós-redemocratização, o MDB se consolidou como um partido de perfil governista, compondo com diferentes presidentes, de Fernando Henrique Cardoso a Lula e Dilma Rousseff.

Chegou ao Planalto com Michel Temer em 2016, após o impeachment de Dilma, processo até hoje alvo de questionamentos. Temer, chamado pelo PT de “golpista”, adotou uma agenda de viés liberal e com baixa popularidade, enquanto lideranças do partido foram atingidas por escândalos de corrupção.

Depois desse período conturbado, o MDB passou por um processo de reposicionamento, no qual apostou em mecanismos de compliance e resgatou o seu antigo nome, MDB. Durante o governo Jair Bolsonaro, viu partidos do Centrão ocuparem posições estratégicas tanto no Executivo quanto no Congresso Nacional e passou a ser ameaçado pelo crescimento do PSD, que em 2024 assumiu a liderança no número de prefeituras no País.

Na eleição deste ano, a sigla concentra esforços na ampliação de sua bancada de deputados federais e na eleição de governadores. Em entrevista ao Estadão no início do ano, o presidente nacional do MDB, deputado Baleia Rossi (SP), disse que a expectativa é dobrar o número atual de mandatários, alcançando seis governadores.

Já no âmbito nacional, apesar de integrar o governo Lula com três ministérios (Cidades, Transportes e Planejamento), a tendência do partido é liberar apoios nos estados, para que cada um adote um posicionamento mais condizente com sua realidade local.



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A passagem de Martín Anselmi pelo Botafogo chegou ao fim no último domingo (22), horas depois da vitória fora de casa diante do Red Bull Bragantino. Segundo apu...


A passagem de Martín Anselmi pelo Botafogo chegou ao fim no último domingo (22), horas depois da vitória fora de casa diante do Red Bull Bragantino.

Segundo apurou a ESPN, a queda do argentino foi na contramão do desejo do elenco do Glorioso, que tinha o técnico como uma figura querida nos bastidores do clube.

Fontes ouvidas pela reportagem citaram que o treinador era visto como “’nada vaidoso” entre os atletas.

Alguns nomes do elenco, inclusive, entraram em contato com Anselmi para dar apoio ao ex-comandante após a confirmação da demissão.

Ainda segundo apurou a ESPN, a decisão pela saída do argentino partiu de John Textor, dono da SAF do Botafogo. O entendimento é de que o norte-americano não via evolução no trabalho e já vinha cobrando a mudança no comando técnico.

Ainda assim, pessoas ligadas ao departamento de futebol tentavam contornar a situação pela manutenção do trabalho.

Com a confirmação da queda, o Botafogo agora está no mercado e quer contratar novo técnico nesta semana.

Hernán Crespo na mira

Segundo apurou a ESPN, o Botafogo abriu conversas para contratar Hernán Crespo, ex-São Paulo. O papo, no entanto, liderado por John Textor, dono da SAF alvinegra, ainda está em fase inicial.

O nome do ex-comandante tricolor é o preferido para a vaga deixada por Anselmi,. Essa não é a primeira vez que o Botafogo tenta a contratação de Crespo. Em fevereiro de 2025, o técnico argentino chegou a ser entrevistado por Textor para debater questões salariais. A negociação, porém, não avançou na época.

Hernán Crespo está livre no mercado desde que foi demitido do São Paulo no dia 9 de março. O argentino não conseguiu repetir o sucesso de sua primeira passagem à frente da equipe, quando conquistou o Paulistão em 2021. Em sua segunda trajetória pelo Morumbis, disputou 46 jogos, acumulando 21 vitórias, sete empates e 18 derrotas.

Próximos jogos do Botafogo:



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A etapa de Goiás da MotoGP, realizada entre os dias 20 e 22 de março no Autódromo Internacional de Goiânia Ayrton Senna, marcou o retorno do Brasil ao calendári...


A etapa de Goiás da MotoGP, realizada entre os dias 20 e 22 de março no Autódromo Internacional de Goiânia Ayrton Senna, marcou o retorno do Brasil ao calendário da principal competição do motociclismo mundial após mais de duas décadas. O evento reuniu 148.384 pessoas ao longo dos três dias, com organização e estrutura elogiadas por pilotos, dirigentes e especialistas.

O grande destaque foi a entrega do autódromo completamente reformado. Após 14 meses de obras, o circuito passou a ser considerado o mais moderno da América Latina e o único do Brasil com certificação máxima da Federação Internacional de Motociclismo.

Vencedor da principal categoria, o italiano Marco Bezzecchi elogiou a estrutura e as melhorias realizadas. Segundo ele, o circuito apresenta asfalto novo, áreas reformadas e paddock atualizado, o que garante melhores condições para os pilotos. O desempenho na etapa ainda colocou o competidor na liderança da temporada.

O CEO da Brasil Motorsport, Alan Adler, também destacou o impacto do evento. Ele afirmou que a realização da MotoGP em Goiás deixa um legado importante para o estado e para o país, além de reforçar a qualidade da pista, que recebeu avaliações positivas dos competidores.

A modernização do autódromo contou com investimento de R$ 250 milhões por parte do Governo de Goiás, garantindo a reconstrução completa da estrutura. O contrato já prevê a realização da etapa brasileira da MotoGP no local até pelo menos 2030.

Antes da corrida, o circuito passou por uma avaliação técnica rigorosa e conquistou a certificação “A” da Federação Internacional de Motociclismo, reconhecimento que atesta alto nível de segurança e qualidade. O presidente da entidade, Jorge Viegas, avaliou positivamente o trabalho e afirmou que a tendência é de evolução nas próximas edições.

A estrutura também chamou a atenção de outros nomes do automobilismo. O ex-piloto de Fórmula 1 Felipe Massa destacou que o autódromo está preparado para receber diferentes categorias e grandes eventos ao longo do ano. Ele confirmou retorno ao local em maio, quando disputa etapa da Stock Car.

Com público expressivo, estrutura renovada e reconhecimento internacional, Goiás retoma espaço no cenário esportivo mundial e fortalece o calendário de grandes eventos no Brasil.



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O Tribunal Superior Eleitoral retoma nesta terça-feira, 24, o julgamento do ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, acusado de abuso de poder político ...


O Tribunal Superior Eleitoral retoma nesta terça-feira, 24, o julgamento do ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, acusado de abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. A análise pode resultar na declaração de inelegibilidade até 2030 o que impediria Castro de disputar o Senado neste ano.

A retomada ocorre após Castro anunciar sua renúncia ao cargo na véspera. Em entrevista coletiva no Palácio Guanabara, sede do governo fluminense, ele afirmou que deixou a função “de cabeça erguida”. A decisão, no entanto, não interfere no andamento do processo na Corte eleitoral.

Isso porque o julgamento avalia a regularidade do processo eleitoral e a eventual aplicação de punições individuais, como a suspensão dos direitos políticos, e não somente o exercício do mandato.

O julgamento começou em 10 de março, mas foi interrompido após pedido de vista do ministro Kassio Nunes Marques. Até agora, o placar está em 2 a 0 pela condenação com votos da relatora Isabel Gallotti e do ministro António Carlos Ferreira.

O processo reúne recursos do Ministério Público Eleitoral, que aponta suposto uso de órgãos estaduais durante a campanha. Segundo a acusação, a Fundação Ceperj e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro teriam sido usadas para contratar cabos eleitorais com dinheiro público.

Também são investigados o presidente da Assembleia Legislativa, Rodrigo Bacellar, e o vice-governador Thiago Pampolha. Se houver condenação, eles podem perder os cargos e ficar inelegíveis.



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Técnico do São Paulo, Luis Zubeldía ficou na bronca com a arbitragem após o empate sem gols com o Atlético-MG, neste domingo (6), pelo Brasileirão. Após ser exp...


Técnico do São Paulo, Luis Zubeldía ficou na bronca com a arbitragem após o empate sem gols com o Atlético-MG, neste domingo (6), pelo Brasileirão. Após ser expulso no fim do primeiro tempo, o argentino fez um longo desabafo.

O comandante são-paulino lembrou que não é a primeira vez que a equipe é prejudicada pelo árbitro Ramon Abatti Abel, voltou a reclamar que Lyanco deveria ter sido expulso ainda na primeira etapa e que seguirá brigando pelos interesses do seu clube em campo, mesmo que isso custe novas expulsões.

Zubeldía ainda voltou no tempo e lembrou do pênalti marcado a favor do Palmeiras, na semifinal do Paulistão, e que inclusive teve a Federação Paulista de Futebol (FPF) reconhecendo o erro do árbitro em assinalar a penalidade em cima de Vitor Roque.

“A arbitragem a todo momento deixa dúvidas. Essa situação já não é mais nenhuma dúvida, o segundo cartão amarelo para o Lyanco. Eu não sei qual é o critério que utiliza, já não é a primeira vez que isso acontece com esse árbitro (Ramon Abatti). Quando jogamos pela Copa (do Brasil), uma jogada do (Wellington) Rato, ele (Lyanco) faz uma falta e é o último homem, porque ele fica de frente para o gol, e o árbitro não o expulsou. Tenho muita dúvida com essa arbitragem. A jogada (do Lyanco) era para amarelo. Tem coisas que não posso suportar. Sou treinador, não sou o chefe dos árbitros, mas é amarelo, é segundo cartão amarelo, é expulsão. Não entendo por que ele não fez isso”, começou por dizer.

“A mim não interessa ser expulso, não me importa que isso saia na TV e nas redes sociais, não me interessa nada. É para defender o meu time, defender o São Paulo. Uma vez em mil vou fazer isso porque eu vivo disso, o futebol é a minha vida, não posso permitir que um árbitro não expulse um jogador rival, quando tem que ser expulso. Como o pênalti que inventaram para o Palmeiras, são erros que não podem acontecer hoje em dia. E não me importa se estamos jogando de visitante, se o jogador tiver ou não hierarquia”, prosseguiu.

“Se a equipe joga bem ou mal, a responsabilidade é minha, mas quando um árbitro comete um erro, uma em mil vezes vou fazer ele notar erros que são importantes para o desenvolvimento do jogo. Se tiverem que me expulsar 20 vezes, me expulsarão. Não me importa. Já tenho nome como treinador e não me importa nada, redes sociais, o que me importa é defender o time que estou defendendo, que é o São Paulo. Quando há uma injustiça assim, eu tenho que mostrar ao árbitro, e se me custar uma expulsão, que se alguém tiver que me dizer algo, que seja a diretoria do São Paulo.”

Além de Zubeldía, o São Paulo ainda teve Calleri expulso no segundo tempo, assim como o Galo, que viu Lyanco receber o segundo amarelo e ser expulso nos acréscimos. No fim das contas, o jogo terminou empatado em 0 a 0, com os dois times ainda sem vencer no Brasileirão.

Próximos jogos do São Paulo:



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O Zoológico de Brasília conta agora com um novo casal de macacos-aranha-de-testa-branca (Ateles marginatus), uma das espécies mais ameaçadas da fauna brasileira...


O Zoológico de Brasília conta agora com um novo casal de macacos-aranha-de-testa-branca (Ateles marginatus), uma das espécies mais ameaçadas da fauna brasileira. A fêmea Kika, resgatada pelo Ibama em 2019, recebeu o macho Chicão, vindo do Zoológico de Goiânia em maio deste ano. Após dois meses de adaptação, os dois foram integrados com sucesso.

O reforço faz parte de uma iniciativa nacional de manejo e conservação de espécies em risco, já que o macaco-aranha-de-testa-branca está classificado como “em perigo” pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

“Além de melhorar o bem-estar dos animais, essa união é estratégica para a tentativa de reprodução da espécie”, afirmou Wallison Couto, diretor-presidente do Zoológico de Brasília. “A integração de Kika e Chicão é resultado do empenho diário das nossas equipes técnicas e reforça o compromisso da instituição com a preservação da biodiversidade.”

O espaço já está aberto à visitação!

Da redação – Jornal O Grito.


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O Zoológico de Brasília preparou uma programação especial para celebrar o Dia das Crianças, com atividades gratuitas nos dias 11 e 12 de outubro, das 8h30 às 16...


O Zoológico de Brasília preparou uma programação especial para celebrar o Dia das Crianças, com atividades gratuitas nos dias 11 e 12 de outubro, das 8h30 às 16h. O evento promete unir diversão, aprendizado e contato com a natureza, encantando visitantes de todas as idades.

Com foco em lazer e educação ambiental, o Zoo oferecerá apresentações teatrais, brincadeiras, brinquedos infláveis e tendas educativas, onde o público poderá conhecer mais sobre os projetos de conservação da fauna e flora do Cerrado.

No sábado (11), a programação contará com teatro, atividades recreativas e ações de vacinação gratuita, realizadas em parceria com a Secretaria de Saúde do DF.

Shows de mágica são uma das atrações do Zoológico para o Dia das Crianças | Foto: Divulgação/Zoológico de Brasília

Já no domingo (12), além das atrações infantis e educativas, haverá uma feira de artesanato, em parceria com a Secretaria de Turismo, reunindo produtos locais e lembranças sustentáveis. O destaque do dia será o lançamento do livro “Pequi e o Cerrado Voador”, que conta a história de uma loba-guará resgatada, reabilitada e devolvida à natureza.

O Zoológico convida famílias de todo o DF e Entorno a participarem do fim de semana de celebração, reforçando o amor pela natureza e a importância da conservação ambiental.

Da redação – Jornal O Grito.


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O Jornal Democrático manifesta profundo pesar pelo falecimento de Xandy, morador pioneiro do bairro Parque Alvorada, em Luziânia, onde residia há mais de 30 ano...


O Jornal Democrático manifesta profundo pesar pelo falecimento de Xandy, morador pioneiro do bairro Parque Alvorada, em Luziânia, onde residia há mais de 30 anos. Ele foi vítima de um acidente fatal de motocicleta ocorrido neste domingo (29), na rodovia que liga Luziânia a Vianópolis.

Xandy era atleta do Atlético Alvoradense, tradicional time do bairro, e será sempre lembrado por sua alegria, companheirismo e dedicação dentro e fora de campo. Sua presença marcante, tanto nos jogos quanto no convívio com os amigos, deixará saudades profundas na comunidade.

Em nota, a diretoria do Atlético Alvoradense declarou: “Com imensa tristeza, comunicamos o falecimento do nosso amigo e integrante Xandy. Sua alegria, companheirismo e amor pelo nosso time sempre estarão marcados na nossa história. Hoje, o campo amanheceu mais silencioso… Perdemos um dos nossos. Desejamos força à família, amigos e a todos que tiveram o privilégio de conviver com ele. Descanse em paz, Xandy. Você sempre será parte da nossa camisa.”

Nos solidarizamos com todos os familiares, amigos e moradores do Parque Alvorada neste momento de dor. Que Deus conforte o coração de todos.



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O Distrito Federal dá um passo decisivo na proteção e cuidado com os animais de produção ao criar, pela primeira vez, uma estrutura voltada exclusivamente a ess...


O Distrito Federal dá um passo decisivo na proteção e cuidado com os animais de produção ao criar, pela primeira vez, uma estrutura voltada exclusivamente a esse fim: a Subsecretaria de Proteção aos Animais de Produção, vinculada à Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF). Para liderar esse novo e estratégico setor, o governador Ibaneis Rocha nomeou o médico veterinário e produtor rural Walter Roriz de Queiroz, o Waltinho, natural de Luziânia (GO), reconhecido pelo seu trabalho e atuação política no Entorno de Brasília.

A nova subsecretaria terá como missão central o resgate, acolhimento e proteção de animais de grande porte — como equinos e bovinos — soltos em áreas urbanas ou envolvidos em acidentes nas vias públicas. A iniciativa foi elogiada por Waltinho, que classificou a criação da pasta como “um avanço necessário e urgente” e destacou o pioneirismo do governador:

“O governador Ibaneis foi além de visionário, foi um verdadeiro percursor ao enxergar a gravidade do problema e oferecer uma resposta concreta. Quem conhece a realidade do campo sabe que animal solto perto de pista representa risco e sofrimento, para todos os lados.”

Com uma trajetória ligada diretamente à vida rural e aos cuidados com os animais, Waltinho traz para o cargo a experiência de quem conhece a realidade de perto. Médico veterinário e produtor rural, ele também teve forte atuação política em Luziânia, onde foi vereador e candidato a prefeito, obtendo mais de 12 mil votos. Agora, assume o desafio de estruturar do zero uma subsecretaria com papel técnico e social crucial.

“Vamos atuar com seriedade técnica e sensibilidade. Nosso objetivo é proteger vidas — tanto dos animais quanto das pessoas — e trazer mais segurança e ordem às vias do Distrito Federal. Agradeço sinceramente ao governador Ibaneis Rocha pela confiança e ao secretário Rafael Bueno, com quem terei a honra de trabalhar lado a lado.”

Metas claras e ação estratégica

Entre as metas imediatas da nova subsecretaria estão três eixos principais:

  1. Implantar uma rede de resgate e acolhimento de animais com atuação ágil e humanizada.
  2. Desenvolver políticas públicas específicas para o trato e gestão dos animais de produção em meio urbano.
  3. Estimular ações educativas que envolvam prevenção, conscientização e cooperação com a população.

Além disso, há planos de médio prazo para construir um sistema inteligente de mapeamento e resposta às ocorrências, combinando tecnologia e ação direta nas regiões com maior número de incidentes.
Visão de futuro e compromisso com Goiás

Com os olhos voltados para 2026, Waltinho também enxerga sua atuação dentro de um projeto político mais amplo, alinhado à estratégia nacional do seu partido, o PL:

“Nosso partido trabalha para construir uma grande frente da direita em Goiás. Estamos vivendo um tempo de reconstrução moral e de afirmação de valores como trabalho, ordem e respeito à vida. E eu quero estar na linha de frente, contribuindo com coragem e coerência, especialmente para o fortalecimento do Entorno e da minha cidade, Luziânia.”

Firmeza partidária e gratidão às lideranças

Respondendo às especulações sobre mudanças de legenda, Waltinho é direto:

“Seguirei firme no PL. Tenho gratidão pelas lideranças que acreditaram em mim e abriram espaço para esse novo momento. A deputada federal Bia Kicis no Distrito Federal e o senador Wilder Morais em Goiás são referências para mim. Eles representam com dignidade os valores que também defendo, e quero honrar essa confiança com trabalho sério e dedicação total.”

Com a nomeação de Waltinho, a Subsecretaria de Proteção aos Animais de Produção inicia sua trajetória com liderança técnica, política e profundamente enraizada no compromisso com a vida e com as regiões historicamente esquecidas. Um novo tempo começa — com ordem, responsabilidade e propósito.


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