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Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro irá precisar de apoio de Michelle para virar o jogo
Na nova pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira, 13, o presidente...
Caso Ypê: Entenda como funcionará o julgamento da Anvisa
A Diretoria Colegiada da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)...
Prefeito Diego Sorgatto anuncia reajuste salarial de 4,3% para servidores municipais de Luziânia
Segundo o prefeito, a medida foi construída após planejamento das...
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Na nova pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira, 13, o presidente Lula oscilou positivamente e passou o senador Flávio Bolsonaro. O placar se encontra em 4...


Na nova pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira, 13, o presidente Lula oscilou positivamente e passou o senador Flávio Bolsonaro. O placar se encontra em 42% contra 41% no segundo turno. Devido à margem de erro, pode ser que não tenha acontecido nada desde a pesquisa anterior. Mas a mudança de números, com certeza, anima um lado da contenda e baixa a guarda do outro. Provavelmente assim será até o dia final das eleições, pois a conjuntura é de um país rigorosamente dividido numa batalha de rejeições.

Flávio, entretanto, ainda hoje não conta com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro como trunfo eleitoral. O clã Bolsonaro rachou, aparentemente, pelo fato de Michelle não ter sido nem mesmo consultada sobre a escolha do primogênito para disputar o pleito. Flávio, por outro lado, leva uma surra no eleitorado feminino, segundo a Quaest: perde por 45% a 36%, quase o inverso da intenção favorável entre os homens (39% a 47%). Vai ter que buscar algum tipo de conciliação com a madrasta, ainda mais quando se sabe que a vitória se dará praticamente pelo VAR. Lula, além disso, mantém 24% no eleitorado evangélico, onde votos potencialmente bolsonaristas podem ser buscados.

Lula e Flávio Bolsonaro vão disputar a Presidência em outubro Foto: Wilton Junior/Estadão

De acordo com a pesquisa, o eleitorado de Lula é muito mais forte no Nordeste entre os que recebem o programa Bolsa Família, com renda de até dois salários, ensino fundamental, têm formação católica e possuem mais de 50 anos. Flávio vence nas demais regiões (não com a força de Lula), entre os mais jovens, mais escolarizados e de renda mais alta.

Se imaginarmos geograficamente, são dois Brasis. O azul, de Flávio, ocupa todo o Sul, todo o Centro-Oeste, parte do Sudeste na região ao sul da capital de Minas, Belo Horizonte, e parte da região Norte, incluindo todos os ex-territórios como Acre, Rondônia, Amapá e Roraima (Estado em que Jair Bolsonaro recebeu maior proporção de votos em 2022). No entanto, Lula concentra sua força no Nordeste de forma tão expressiva que pode anular todas as demais vantagens do opositor. Indecisos de centro, uma minoria da minoria, seguem decisivos.

É possível falar de um certo favoritismo de Lula por um motivo razoável: o atual presidente conta com uma série de instrumentos de governo. Mesmo com o déficit, pode jogar dinheiro na economia para melhorar o humor da população. A conta é estimada em R$ 140 bilhões para este ano – após a vitória, se imagina como tapar o rombo. Registre-se que Bolsonaro também abriu o cofre em 2022, Dilma Rousseff em 2014 e assim por diante. Flávio, por outro lado, tem algo do espírito da história atual, que não tem sido favorável aos incumbentes; tome-se o caso do Chile e Argentina. Além disso, o eleitorado brasileiro é majoritariamente conservador. Cravar uma certeza tem hoje algo de saque.



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A Diretoria Colegiada da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) julga nesta quarta-feira (13) o recurso apresentado pela Ypê contra a decisão que sus...


A Diretoria Colegiada da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) julga nesta quarta-feira (13) o recurso apresentado pela Ypê contra a decisão que suspendeu a fabricação, comercialização, distribuição e venda de produtos da marca, além de determinar o recolhimento dos lotes afetados.

A análise será feita durante a Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada (Dicol), marcada às 14h, na sede da agência, em Brasília. Segundo a pauta oficial divulgada pela Anvisa, o encontro será transmitido publicamente e poderá contar com manifestações orais das partes interessadas.

O julgamento ocorre após a empresa conseguir efeito suspensivo temporário contra a resolução publicada na última quinta-feira (7). Com isso, as medidas cautelares adotadas pela Anvisa ficaram suspensas até decisão definitiva da Diretoria Colegiada.

Mesmo após obter a suspensão temporária da medida, a Ypê informou que decidiu manter paralisadas as linhas de produção da fábrica de líquidos responsável pelos produtos envolvidos no caso.

O que será analisado pela Diretoria Colegiada

Na prática, os diretores da Anvisa irão decidir se mantêm, alteram ou revogam a decisão que determinou o recolhimento e a suspensão dos produtos.

A medida da agência atingiu lotes com numeração final 1 das categorias lava-louças, lava-louças concentrado, lava-roupas líquidos e desinfetantes da marca.

Segundo a Anvisa, inspeções realizadas em parceria com órgãos de vigilância sanitária do estado de São Paulo e do município de Amparo identificaram irregularidades em etapas consideradas críticas da produção, incluindo falhas nos sistemas de controle de qualidade e garantia sanitária.

A agência afirmou que os problemas representam descumprimento das regras de Boas Práticas de Fabricação e podem resultar em contaminação microbiológica dos produtos.

Além das inspeções mais recentes, a Anvisa informou nesta terça-feira (12) que as análises também consideram fiscalizações realizadas nos anos de 2024 e 2025.

Segundo a agência, a Ypê apresentou 239 ações corretivas para atender às exigências técnicas apontadas pelos fiscais sanitários. As medidas foram apresentadas em reunião realizada na sede da Anvisa, em Brasília, com participação de representantes da empresa e das áreas técnicas da agência.

Como funciona o julgamento

O julgamento será conduzido pela Diretoria Colegiada, órgão máximo decisório da Anvisa, composto por cinco diretores. O funcionamento da Dicol está previsto no Regimento Interno da agência, aprovado pela RDC nº 585/2021.

Segundo o artigo 5º do regimento, cabe à Diretoria Colegiada atuar como última instância administrativa para julgamento de recursos dentro da agência. Para que a sessão possa deliberar, é necessária a presença mínima de três diretores, incluindo o diretor-presidente ou seu substituto legal.

A reunião será pública, modelo utilizado pela Anvisa para discussão de temas regulatórios e sanitários. O regimento prevê que as sessões sejam gravadas e transmitidas eletronicamente.

O recurso da Ypê será analisado sob relatoria do diretor-presidente da Anvisa, Leandro Pinheiro Safatle. No processo, a empresa Química Amparo Ltda., fabricante da marca Ypê, aparece como recorrente no pedido de efeito suspensivo apresentado à agência contra a resolução que determinou a suspensão e o recolhimento dos produtos. O caso tramita no âmbito da Gerência-Geral de Recursos (GGREC), área responsável pela análise recursal dentro da Anvisa.

O rito normalmente começa com a apresentação do relatório do caso pelo diretor relator responsável pelo processo. Depois disso, partes interessadas previamente inscritas podem realizar manifestações orais antes da votação.

Na sequência, o relator apresenta formalmente seu voto e o diretor-presidente abre espaço para debate entre os demais integrantes da Diretoria Colegiada. Cada diretor deve apresentar voto fundamentado, oralmente ou por escrito, e a decisão é tomada por maioria absoluta.

O regimento também prevê possibilidade de pedido de vista, mecanismo que permite a um dos diretores solicitar mais tempo para analisar o caso. Nessa hipótese, o julgamento pode ser suspenso temporariamente e retomado em reunião posterior.

Além disso, o regimento estabelece que, em situações de empate nas votações, o diretor-presidente pode determinar a prorrogação do prazo de análise por mais um dia útil ou retirar o tema de pauta para nova deliberação.

A Reunião, que discutirá pautas para além da Ypê, poderá ser acompanhada aqui.

O que pode acontecer após o julgamento

A Diretoria Colegiada poderá confirmar integralmente a decisão inicial da Anvisa, derrubando o efeito suspensivo e restabelecendo imediatamente a suspensão e o recolhimento dos produtos.

Também existe a possibilidade de manutenção parcial das medidas, com ajustes nas restrições aplicadas à empresa, ou até revogação da decisão cautelar caso os diretores entendam que as ações corretivas apresentadas pela fabricante são suficientes.

A decisão da Dicol encerra a discussão administrativa dentro da Anvisa, já que o colegiado atua como última instância recursal da agência.

Mesmo assim, eventuais discussões judiciais ainda podem ocorrer posteriormente caso a empresa decida questionar a decisão na Justiça.

Entenda o caso

A Anvisa suspendeu na última quinta-feira (7) a fabricação, comercialização, distribuição e venda de produtos das categorias lava-louças, lava-louças concentrado, lava-roupas líquidos e desinfetantes da Ypê. A medida também determinou o recolhimento dos produtos afetados.

A decisão atingiu todos os lotes com numeração final 1 e foi tomada após inspeção realizada em parceria com órgãos da vigilância sanitária do estado de São Paulo e do município de Amparo, no interior paulista.

Segundo a Anvisa, a fiscalização identificou irregularidades em etapas consideradas críticas da produção, incluindo falhas nos sistemas de controle de qualidade e garantia sanitária.

Na sexta-feira (8), a Ypê apresentou recurso administrativo contra a resolução. Com isso, a decisão da Anvisa passou a ter efeito suspensivo até análise da Diretoria Colegiada da agência.



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Segundo o prefeito, a medida foi construída após planejamento das contas públicas para manter o equilíbrio fiscal do município sem deixar de reconhecer o trabal...


Segundo o prefeito, a medida foi construída após planejamento das contas públicas para manter o equilíbrio fiscal do município sem deixar de reconhecer o trabalho dos servidores.

“Desde o início da nossa gestão, assumimos o compromisso de administrar a cidade com responsabilidade e respeito ao servidor público. Sabemos que nenhuma gestão avança sem o trabalho e a dedicação de cada servidor que atua diariamente nas escolas, unidades de saúde, obras e serviços administrativos”, afirmou Diego Sorgatto.

O reajuste deve beneficiar servidores efetivos ativos, inativos e pensionistas. A prefeitura também destacou que recentemente foi concedida a maior valorização salarial da Educação Municipal, contemplando professores e servidores administrativos da rede.

“Recentemente, realizamos a maior valorização da Educação Municipal e agora seguimos avançando para contemplar os demais servidores efetivos do município”, destacou o prefeito.

A expectativa da gestão é que o projeto seja aprovado pela Câmara Municipal nos próximos dias para que o reajuste já seja incluído na folha salarial de maio.

O prefeito ainda agradeceu o trabalho desenvolvido pelos servidores municipais em todas as áreas da administração pública.

“Cada conquista da nossa cidade passa pelas mãos de homens e mulheres que trabalham diariamente cuidando da nossa população. Nosso compromisso é continuar valorizando quem faz Luziânia crescer todos os dias”, completou Diego Sorgatto.



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Hoje, 6 de maio, é último dia para que cidadãs e cidadãos regularizem sua situação eleitoral e garantam o direito ao voto nas eleições de outubro. Mais do que u...


Hoje, 6 de maio, é último dia para que cidadãs e cidadãos regularizem sua situação eleitoral e garantam o direito ao voto nas eleições de outubro. Mais do que um marco do calendário da Justiça Eleitoral, esse momento revela a capacidade das instituições de mobilizar a sociedade em torno da participação democrática.

Ao observar esse movimento, é inevitável revisitar a experiência de 2022, quando estive à frente da Secretaria de Comunicação do Tribunal Superior Eleitoral. Naquele período, o desafio de comunicação ultrapassava a simples divulgação de prazos e serviços. Havia um cenário mais amplo a ser enfrentado, marcado por desinformação, alta polarização e, sobretudo, pelo baixo engajamento de um público estratégico: os jovens.

Em dezembro de 2021, o Brasil registrava o menor número de eleitores entre 16 e 17 anos da história, com apenas cerca de 10% dessa população cadastrada. O dado evidenciava que o problema não estava na ausência de informação, mas na dificuldade de conexão com esse público. Era preciso ir além da comunicação institucional tradicional.

Entre janeiro e abril de 2022, mais de 2 milhões de jovens entre 16 e 18 anos se registraram como eleitores, o que representou um aumento de 47,2% em relação ao mesmo período de 2018 e de 57,4% na comparação com 2014 Foto: Antonio Augusto/TSE

Sob a gestão do ministro Edson Fachin, então presidente do TSE, que apoiou a iniciativa desde o início, foi estruturada uma estratégia voltada a reverter esse cenário. A leitura era clara de que os canais institucionais, isoladamente, não seriam suficientes para alcançar o público jovem. Era necessário ocupar o ambiente digital onde esses eleitores já estavam, dialogando por meio de linguagens mais próximas da sua realidade.

A partir dessa diretriz, a campanha foi construída com base em alguns pilares. A linguagem adotada buscou se afastar do tom jurídico tradicional, incorporando referências culturais contemporâneas, como memes e tendências das redes sociais, com expressões como “Dá um help no seu voto” e “Rolê das Eleições”. Ao mesmo tempo, houve um esforço consistente para facilitar o acesso ao serviço, com destaque para o Título Net, que permitia o alistamento eleitoral de forma totalmente online.

Outro elemento central foi a construção de parcerias. A campanha contou com a participação de 20 clubes de futebol, da Confederação Brasileira de Futebol, de plataformas digitais como o Kwai, do Google, que enviou notificações para celulares Android em todo o País, e do Uber, que ofereceu descontos em corridas com destino a cartórios eleitorais. Além disso, a estratégia de influência se apoiou em engajamento orgânico, estimulando a adesão espontânea de artistas e personalidades, em vez de campanhas pagas.

Nesse contexto, uma das ações mais emblemáticas foi o tuitaço #RolêDasEleições, realizado em 16 de março de 2022. A mobilização alcançou 88,4 milhões de pessoas e reuniu cerca de 4,7 mil participantes, incluindo celebridades, fã-clubes, clubes de futebol e instituições. O movimento ganhou ainda mais força com o apoio de nomes como Anitta, Luísa Sonza, Casimiro, Whindersson Nunes, além de personalidades internacionais como Leonardo DiCaprio e Mark Ruffalo.

Paralelamente, a campanha #Até4deMaio colocou no centro do debate o prazo final para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor, contribuindo para transformar um procedimento técnico em um tema de relevância pública. Esse esforço foi acompanhado por uma atuação intensa de assessoria de imprensa, que resultou em mais de mil matérias publicadas, além de dez semanas consecutivas de presença nos principais telejornais do país e repercussão internacional.

Os resultados foram expressivos. Entre janeiro e abril de 2022, mais de 2 milhões de jovens entre 16 e 18 anos se registraram como eleitores, o que representou um aumento de 47,2% em relação ao mesmo período de 2018 e de 57,4% na comparação com 2014. O engajamento alcançado contribuiu para a maior participação da juventude nas eleições em quase 90 anos.

Esse impacto também foi reconhecido institucionalmente. O Tribunal Superior Eleitoral conquistou o primeiro lugar do Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça na categoria Campanha Institucional de Interesse Público.

Mais do que os números, no entanto, essa experiência deixou um legado importante para a comunicação pública. Ela demonstrou que é possível manter o caráter institucional sem rigidez, aproximando a linguagem da realidade social sem perder credibilidade. Mostrou também que a construção de parcerias estratégicas é fundamental para ampliar o alcance das mensagens e combater a desinformação de forma mais eficaz.

A experiência evidenciou, ainda, que a comunicação pública em ambientes digitais exige coragem institucional para inovar, além de capacidade de articulação para orquestrar diferentes atores em torno de um objetivo comum. Ao transformar o fechamento do cadastro eleitoral em um momento de mobilização coletiva, a campanha contribuiu para ressignificar a relação entre instituições e sociedade.

Ao longo dos últimos anos, avanços importantes foram realizados. Ainda assim, permanecem desafios estruturais relacionados ao engajamento cívico, à circulação de informações e à construção de confiança nas instituições.

Nesse contexto, o encerramento do prazo para o cadastro eleitoral deve ser compreendido não apenas como uma data administrativa, mas como uma oportunidade de reafirmar o papel da comunicação pública na promoção da participação social.

Mais do que informar, comunicar, no setor público, significa criar condições para que cidadãs e cidadãos se reconheçam como parte ativa do processo democrático. Trata-se de um exercício contínuo, que exige responsabilidade, consistência e compromisso com o interesse público.



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Técnico do São Paulo, Luis Zubeldía ficou na bronca com a arbitragem após o empate sem gols com o Atlético-MG, neste domingo (6), pelo Brasileirão. Após ser exp...


Técnico do São Paulo, Luis Zubeldía ficou na bronca com a arbitragem após o empate sem gols com o Atlético-MG, neste domingo (6), pelo Brasileirão. Após ser expulso no fim do primeiro tempo, o argentino fez um longo desabafo.

O comandante são-paulino lembrou que não é a primeira vez que a equipe é prejudicada pelo árbitro Ramon Abatti Abel, voltou a reclamar que Lyanco deveria ter sido expulso ainda na primeira etapa e que seguirá brigando pelos interesses do seu clube em campo, mesmo que isso custe novas expulsões.

Zubeldía ainda voltou no tempo e lembrou do pênalti marcado a favor do Palmeiras, na semifinal do Paulistão, e que inclusive teve a Federação Paulista de Futebol (FPF) reconhecendo o erro do árbitro em assinalar a penalidade em cima de Vitor Roque.

“A arbitragem a todo momento deixa dúvidas. Essa situação já não é mais nenhuma dúvida, o segundo cartão amarelo para o Lyanco. Eu não sei qual é o critério que utiliza, já não é a primeira vez que isso acontece com esse árbitro (Ramon Abatti). Quando jogamos pela Copa (do Brasil), uma jogada do (Wellington) Rato, ele (Lyanco) faz uma falta e é o último homem, porque ele fica de frente para o gol, e o árbitro não o expulsou. Tenho muita dúvida com essa arbitragem. A jogada (do Lyanco) era para amarelo. Tem coisas que não posso suportar. Sou treinador, não sou o chefe dos árbitros, mas é amarelo, é segundo cartão amarelo, é expulsão. Não entendo por que ele não fez isso”, começou por dizer.

“A mim não interessa ser expulso, não me importa que isso saia na TV e nas redes sociais, não me interessa nada. É para defender o meu time, defender o São Paulo. Uma vez em mil vou fazer isso porque eu vivo disso, o futebol é a minha vida, não posso permitir que um árbitro não expulse um jogador rival, quando tem que ser expulso. Como o pênalti que inventaram para o Palmeiras, são erros que não podem acontecer hoje em dia. E não me importa se estamos jogando de visitante, se o jogador tiver ou não hierarquia”, prosseguiu.

“Se a equipe joga bem ou mal, a responsabilidade é minha, mas quando um árbitro comete um erro, uma em mil vezes vou fazer ele notar erros que são importantes para o desenvolvimento do jogo. Se tiverem que me expulsar 20 vezes, me expulsarão. Não me importa. Já tenho nome como treinador e não me importa nada, redes sociais, o que me importa é defender o time que estou defendendo, que é o São Paulo. Quando há uma injustiça assim, eu tenho que mostrar ao árbitro, e se me custar uma expulsão, que se alguém tiver que me dizer algo, que seja a diretoria do São Paulo.”

Além de Zubeldía, o São Paulo ainda teve Calleri expulso no segundo tempo, assim como o Galo, que viu Lyanco receber o segundo amarelo e ser expulso nos acréscimos. No fim das contas, o jogo terminou empatado em 0 a 0, com os dois times ainda sem vencer no Brasileirão.

Próximos jogos do São Paulo:



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O Zoológico de Brasília conta agora com um novo casal de macacos-aranha-de-testa-branca (Ateles marginatus), uma das espécies mais ameaçadas da fauna brasileira...


O Zoológico de Brasília conta agora com um novo casal de macacos-aranha-de-testa-branca (Ateles marginatus), uma das espécies mais ameaçadas da fauna brasileira. A fêmea Kika, resgatada pelo Ibama em 2019, recebeu o macho Chicão, vindo do Zoológico de Goiânia em maio deste ano. Após dois meses de adaptação, os dois foram integrados com sucesso.

O reforço faz parte de uma iniciativa nacional de manejo e conservação de espécies em risco, já que o macaco-aranha-de-testa-branca está classificado como “em perigo” pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

“Além de melhorar o bem-estar dos animais, essa união é estratégica para a tentativa de reprodução da espécie”, afirmou Wallison Couto, diretor-presidente do Zoológico de Brasília. “A integração de Kika e Chicão é resultado do empenho diário das nossas equipes técnicas e reforça o compromisso da instituição com a preservação da biodiversidade.”

O espaço já está aberto à visitação!

Da redação – Jornal O Grito.


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O Zoológico de Brasília preparou uma programação especial para celebrar o Dia das Crianças, com atividades gratuitas nos dias 11 e 12 de outubro, das 8h30 às 16...


O Zoológico de Brasília preparou uma programação especial para celebrar o Dia das Crianças, com atividades gratuitas nos dias 11 e 12 de outubro, das 8h30 às 16h. O evento promete unir diversão, aprendizado e contato com a natureza, encantando visitantes de todas as idades.

Com foco em lazer e educação ambiental, o Zoo oferecerá apresentações teatrais, brincadeiras, brinquedos infláveis e tendas educativas, onde o público poderá conhecer mais sobre os projetos de conservação da fauna e flora do Cerrado.

No sábado (11), a programação contará com teatro, atividades recreativas e ações de vacinação gratuita, realizadas em parceria com a Secretaria de Saúde do DF.

Shows de mágica são uma das atrações do Zoológico para o Dia das Crianças | Foto: Divulgação/Zoológico de Brasília

Já no domingo (12), além das atrações infantis e educativas, haverá uma feira de artesanato, em parceria com a Secretaria de Turismo, reunindo produtos locais e lembranças sustentáveis. O destaque do dia será o lançamento do livro “Pequi e o Cerrado Voador”, que conta a história de uma loba-guará resgatada, reabilitada e devolvida à natureza.

O Zoológico convida famílias de todo o DF e Entorno a participarem do fim de semana de celebração, reforçando o amor pela natureza e a importância da conservação ambiental.

Da redação – Jornal O Grito.


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O Jornal Democrático manifesta profundo pesar pelo falecimento de Xandy, morador pioneiro do bairro Parque Alvorada, em Luziânia, onde residia há mais de 30 ano...


O Jornal Democrático manifesta profundo pesar pelo falecimento de Xandy, morador pioneiro do bairro Parque Alvorada, em Luziânia, onde residia há mais de 30 anos. Ele foi vítima de um acidente fatal de motocicleta ocorrido neste domingo (29), na rodovia que liga Luziânia a Vianópolis.

Xandy era atleta do Atlético Alvoradense, tradicional time do bairro, e será sempre lembrado por sua alegria, companheirismo e dedicação dentro e fora de campo. Sua presença marcante, tanto nos jogos quanto no convívio com os amigos, deixará saudades profundas na comunidade.

Em nota, a diretoria do Atlético Alvoradense declarou: “Com imensa tristeza, comunicamos o falecimento do nosso amigo e integrante Xandy. Sua alegria, companheirismo e amor pelo nosso time sempre estarão marcados na nossa história. Hoje, o campo amanheceu mais silencioso… Perdemos um dos nossos. Desejamos força à família, amigos e a todos que tiveram o privilégio de conviver com ele. Descanse em paz, Xandy. Você sempre será parte da nossa camisa.”

Nos solidarizamos com todos os familiares, amigos e moradores do Parque Alvorada neste momento de dor. Que Deus conforte o coração de todos.



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O Distrito Federal dá um passo decisivo na proteção e cuidado com os animais de produção ao criar, pela primeira vez, uma estrutura voltada exclusivamente a ess...


O Distrito Federal dá um passo decisivo na proteção e cuidado com os animais de produção ao criar, pela primeira vez, uma estrutura voltada exclusivamente a esse fim: a Subsecretaria de Proteção aos Animais de Produção, vinculada à Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF). Para liderar esse novo e estratégico setor, o governador Ibaneis Rocha nomeou o médico veterinário e produtor rural Walter Roriz de Queiroz, o Waltinho, natural de Luziânia (GO), reconhecido pelo seu trabalho e atuação política no Entorno de Brasília.

A nova subsecretaria terá como missão central o resgate, acolhimento e proteção de animais de grande porte — como equinos e bovinos — soltos em áreas urbanas ou envolvidos em acidentes nas vias públicas. A iniciativa foi elogiada por Waltinho, que classificou a criação da pasta como “um avanço necessário e urgente” e destacou o pioneirismo do governador:

“O governador Ibaneis foi além de visionário, foi um verdadeiro percursor ao enxergar a gravidade do problema e oferecer uma resposta concreta. Quem conhece a realidade do campo sabe que animal solto perto de pista representa risco e sofrimento, para todos os lados.”

Com uma trajetória ligada diretamente à vida rural e aos cuidados com os animais, Waltinho traz para o cargo a experiência de quem conhece a realidade de perto. Médico veterinário e produtor rural, ele também teve forte atuação política em Luziânia, onde foi vereador e candidato a prefeito, obtendo mais de 12 mil votos. Agora, assume o desafio de estruturar do zero uma subsecretaria com papel técnico e social crucial.

“Vamos atuar com seriedade técnica e sensibilidade. Nosso objetivo é proteger vidas — tanto dos animais quanto das pessoas — e trazer mais segurança e ordem às vias do Distrito Federal. Agradeço sinceramente ao governador Ibaneis Rocha pela confiança e ao secretário Rafael Bueno, com quem terei a honra de trabalhar lado a lado.”

Metas claras e ação estratégica

Entre as metas imediatas da nova subsecretaria estão três eixos principais:

  1. Implantar uma rede de resgate e acolhimento de animais com atuação ágil e humanizada.
  2. Desenvolver políticas públicas específicas para o trato e gestão dos animais de produção em meio urbano.
  3. Estimular ações educativas que envolvam prevenção, conscientização e cooperação com a população.

Além disso, há planos de médio prazo para construir um sistema inteligente de mapeamento e resposta às ocorrências, combinando tecnologia e ação direta nas regiões com maior número de incidentes.
Visão de futuro e compromisso com Goiás

Com os olhos voltados para 2026, Waltinho também enxerga sua atuação dentro de um projeto político mais amplo, alinhado à estratégia nacional do seu partido, o PL:

“Nosso partido trabalha para construir uma grande frente da direita em Goiás. Estamos vivendo um tempo de reconstrução moral e de afirmação de valores como trabalho, ordem e respeito à vida. E eu quero estar na linha de frente, contribuindo com coragem e coerência, especialmente para o fortalecimento do Entorno e da minha cidade, Luziânia.”

Firmeza partidária e gratidão às lideranças

Respondendo às especulações sobre mudanças de legenda, Waltinho é direto:

“Seguirei firme no PL. Tenho gratidão pelas lideranças que acreditaram em mim e abriram espaço para esse novo momento. A deputada federal Bia Kicis no Distrito Federal e o senador Wilder Morais em Goiás são referências para mim. Eles representam com dignidade os valores que também defendo, e quero honrar essa confiança com trabalho sério e dedicação total.”

Com a nomeação de Waltinho, a Subsecretaria de Proteção aos Animais de Produção inicia sua trajetória com liderança técnica, política e profundamente enraizada no compromisso com a vida e com as regiões historicamente esquecidas. Um novo tempo começa — com ordem, responsabilidade e propósito.


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