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Família de Moraes comprou R$ 23,4 milhões em imóveis nos últimos cinco anos e triplicou patrimônio
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Família de Moraes triplica patrimônio imobiliário desde a posse do ministro no STF 1:58 Levantamento do Estadão mostra que patrimônio imobiliário do minis...


Família de Moraes triplica patrimônio imobiliário desde a posse do ministro no STF

Levantamento do Estadão mostra que patrimônio imobiliário do ministro e de sua esposa cresceu 266% desde 2017, passando de R$ 8,6 milhões para R$ 31,5 milhões. Crédito: Edição: Laís Nagayama

BRASÍLIA e SÃO PAULO – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, tiveram aumento de 266% do patrimônio imobiliário desde que ele passou a integrar a mais alta instância do Poder Judiciário, em março de 2017. Atualmente, o casal possui 17 imóveis, avaliados em R$ 31,5 milhões. Nos últimos cinco anos, o casal desembolsou R$ 23,4 milhões na compra de imóveis em Brasília e em São Paulo, todos eles à vista, conforme os registros em cartório.

Moraes e Viviane foram procurados por meio de suas assessorias de imprensa desde o dia 27 de março para se manifestarem sobre essas informações, mas não responderam.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes teve elevação de seu patrimônio imobiliário após tomar posse na corte Foto: Wilton Junior/Estadão

As informações se baseiam nos contratos de compra de imóveis registrados em cartório, obtidos pelo Estadão. Esse valor leva em conta os preços nominais pagos pelo casal na aquisição de casas, terrenos, apartamentos e salas comerciais de que são proprietários hoje.

O valor do patrimônio atual é mais de três vezes superior aos R$ 8,6 milhões que eles tinham em 12 imóveis quando o ex-presidente Michel Temer indicou Moraes para a Corte.

Em 2017, antes de assumir a vaga no STF, o ministro tinha salário de cerca de R$ 33 mil. Atualmente, ganha R$ 46 mil, o equivalente a um aumento de renda de 39%. Antes disso, exerceu os cargos de ministro de Estado, secretário estadual e municipal, além de ter sido membro do Ministério Público – todos com vencimentos próximos do teto do funcionalismo público.

Já Viviane é sócia-administradora do Barci de Moraes Advogados, escritório que mantém em sociedade com os filhos Alexandre e Giuliana.

Desde que o marido se tornou ministro, o número de ações de Viviane em tribunais superiores saltou de 27 para 152, conforme revelou o Estadão. O número considera processos com tramitação no STF e no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O Estadão levantou matrículas de imóveis em consulta a cartórios de São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal. De acordo com os documentos, o casal pagou R$ 34,8 milhões na aquisição de 27 imóveis nos últimos 29 anos. Uma parte, contudo, foi vendida, o que explica a diferença entre esses gastos e o valor da atual carteira imobiliária deles, de R$ 31,5 milhões.

O salto patrimonial mais expressivo se concentra nos últimos anos, com Moraes já no STF e responsável por investigações controversas na Corte, como a relatoria do inquérito das fake news. Desde 2021, o casal desembolsou R$ 23,4 milhões, valor que corresponde a mais de 67% de todos os investimentos nominais deles no mercado imobiliário ao longo de quase três décadas.

A maior parte das operações foi realizada por meio do Lex Instituto de Estudos Jurídicos, que, apesar do nome, é uma empresa usada para administrar os bens da família. A firma é uma sociedade limitada e tem como sócios Viviane e os dois filhos do casal.

Embora Moraes não figure formalmente como sócio da empresa, ele é casado com Viviane sob o regime de comunhão parcial de bens, o que significa que os bens adquiridos durante o casamento integram o patrimônio comum do casal.

Parte das aquisições mais antigas e ainda em posse dos Moraes foi transferida para essa firma da família. Outras já foram adquiridas diretamente pelo Lex Instituto. É o caso da compra mais recente: um apartamento de 86 metros quadrados no bairro do Jardim Paulista, em São Paulo. O imóvel custou R$ 1,05 milhão, dos quais R$ 166 mil foram transferidos em 23 de fevereiro deste ano a título de sinal e outros R$ 883 mil foram pagos de uma vez só via Pix em 9 de março.

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A empresa também foi utilizada na aquisição de uma mansão de 776 metros quadrados no Lago Sul, área mais nobre de Brasília, arrematada por R$ 12 milhões em agosto do ano passado com a Construtora Modelo. O negócio foi feito por meio do pagamento de um sinal de R$ 6 milhões para a construtora e os corretores e, ao final, uma transferência bancária de outros R$ 6 milhões para quitar o valor total.

Quatro meses antes, o casal comprou um apartamento em um edifício de alto padrão em Campos do Jordão, na Serra da Mantiqueira (SP). O imóvel se soma a outra unidade no mesmo condomínio, adquirida em 2014. Juntos, os dois apartamentos, localizados lado a lado, somam 727 metros quadrados e custaram R$ 8 milhões no total.

Os Moraes também possuem sete imóveis na capital paulista, entre eles dois apartamentos no bairro Jardim América, adquiridos em 2021 por R$ 3 milhões cada. As escrituras detalham que ambos foram comprados à vista, por meio de um sinal e o pagamento da diferença em transferência bancária no momento da celebração final do negócio. A família mantém ainda quatro lotes em São Roque, no interior do Estado, que somam 1.250 metros quadrados.

A expansão patrimonial recente coincide também com a ampliação da atuação do escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados. Em 2025, o escritório adquiriu uma sala comercial no Edifício Terra Brasilis, no centro de Brasília, por R$ 350 mil. O escritório ampliou a sua operação na capital federal no final do ano passado, o que levou a advogada a realizar o investimento com o objetivo de ter um ponto fixo para sua filial.

A mulher de Moraes sustenta que, entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, prestou serviços jurídicos nas áreas de compliance e direito criminal à instituição, com pagamentos de R$ 3,6 milhões por mês. Ao longo de 21 meses, o escritório faturou ao menos R$ 75,6 milhões com a instituição financeira controlada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, que é investigado em inquérito no STF sob suspeita de operar um esquema bilionário de fraudes financeiras.

Especialistas consultados pelo jornal avaliaram que o trabalho prestado na área de compliance não excederia os R$ 10 milhões nas grandes firmas do ramo.

Antes das aquisições recentes, entre 1997 e 2014, período que compreende a compra de 25 casas, lotes, apartamentos e salas comerciais, Moraes e Viviane haviam gastado R$ 12,2 milhões.

Negócios envolvem advogados com atuação no STF

Parte dos negócios da família Moraes envolveu advogados com atuação no STF. Em um deles, firmado em março de 2024, Moraes e Viviane venderam, por meio da Lex, um apartamento e uma vaga de barco no Guarujá, no litoral sul de São Paulo, por R$ 1,4 milhão. Os compradores eram Maria Erotides Antunes e Persio Vinicius Antunes, advogado com ações na Corte.

Três anos antes, o ministro havia concedido, por decisão monocrática, um habeas corpus a um dos clientes, que, na época, estava preso preventivamente por estelionato. O réu teria aplicado um golpe de pouco mais de R$ 6 mil. Procurado, Persio Antunes afirmou que não tem nenhuma relação pessoal com o ministro e disse que comprou o apartamento diretamente de uma pessoa jurídica.

“Não tenho relação com ele, nunca o conheci. Comprei o apartamento de uma pessoa jurídica que não pertence a ele”, afirmou, em referência ao Lex Instituto.

A sala comercial do escritório de Viviane, em Brasília, foi adquirida em 2025 junto a uma advogada que tem ações no STF, mas nunca teve processo sob a relatoria de Moraes.



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Um engavetamento envolvendo um caminhão e outros 12 veículos de passeio provocou um grande congestionamento no início da manhã desta segunda-feira (30), na Epia...


Um engavetamento envolvendo um caminhão e outros 12 veículos de passeio provocou um grande congestionamento no início da manhã desta segunda-feira (30), na Epia Norte, trecho da BR-020, entre o Torto e o Colorado, no sentido Plano Piloto.

De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, o motorista do caminhão perdeu o controle ao tentar desviar de outra ocorrência na via, durante a descida do Colorado, o que resultou na sequência de colisões.

O acidente ocorreu por volta das 6h, horário de pico, e mobilizou nove viaturas dos bombeiros. Apesar do susto, não houve mortes. Sete pessoas ficaram feridas, todas conscientes e orientadas, com escoriações leves, sendo encaminhadas para avaliação médica.

O impacto causou um longo congestionamento na região. Motoristas e até passageiros de ônibus chegaram a descer dos veículos enquanto aguardavam a liberação da pista, que segue sob atuação das equipes de resgate e controle de tráfego.

Da redação – Jornal O Grito.


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Familiares divulgaram os horários da última despedida de Maria Edilva Gomes de Carvalho (Galega), liderança comunitária do distrito do Jardim Ingá, que faleceu ...


Familiares divulgaram os horários da última despedida de Maria Edilva Gomes de Carvalho (Galega), liderança comunitária do distrito do Jardim Ingá, que faleceu neste sábado (4), em Luziânia.

O velório será realizado a partir das 8h, na residência da família, localizada na Rua 92, Quadra 13, Casa 49, Setor 2, no Jardim Umuarama.

No período da tarde, a despedida seguirá no Cemitério Municipal Santa Luzia, no Centro, onde o corpo será velado a partir das 15h20, por aproximadamente uma hora. O sepultamento está previsto para as 16h20.

A despedida deve reunir familiares, amigos, autoridades políticas e moradores da região, que prestarão as últimas homenagens a Galega, reconhecida pela atuação firme e pelo compromisso com a comunidade.

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Oriente Médio: 5 fatores que explicam por que região é associada a guerras e instabilidade política 10:06 Colunista do Estadão detalha questões históricas...


Oriente Médio: 5 fatores que explicam por que região é associada a guerras e instabilidade política

Colunista do Estadão detalha questões históricas, sociais e religiosas em mais um episódio do ‘Fronteiras’. Crédito: Rodrigo da Silva/Estadão

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Um mês depois de Estados Unidos e Israel começarem uma guerra contra o Irã, com efeitos que irradiaram para outros países da região, o embaixador do Líbano no Brasil, Elias Nicolas, pediu, em entrevista à Coluna do Estadão, que o governo brasileiro tenha maior protagonismo e faça algo tangível para ajudar a resolver o conflito no Oriente Médio.

“Espero que o Brasil tenha um papel mais ativo para acabar com o conflito”, disse o embaixador, que também quer ajuda do Itamaraty para facilitar o envio de doações humanitárias ao país.

O embaixador de 55 anos, que chegou ao Brasil em setembro do ano passado, afirmou se sentir à vontade, por conta do laço histórico entre os dois países, para pedir que o governo brasileiro contribua com o apelo humanitário emergencial lançado pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, no valor total de US$ 325 milhões. Países como Itália, França e Alemanha já fizeram contribuições financeiras para a iniciativa da Organização das Nações Unidas.

O embaixador disse à Coluna que solicitou uma audiência com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, para tratar da ajuda do Brasil ao Líbano.

“Eu pedi ao Itamaraty de forma muito clara para que por favor faça algo muito tangível, para além do discurso, e que apoie as iniciativas da ONU no Líbano, contribuindo financeiramente para o apelo emergencial como outros países amigos já fizeram”.

Crise migratória e brasileiros a salvo

O Brasil é o País com o maior número de libaneses e seus descendentes no mundo. Estima-se que sejam cerca de 8 milhões de pessoas em solo brasileiro, mais do que a população existente no próprio Líbano.

E cerca de 22 mil brasileiros vivem no País. Perguntado se havia algum plano de retirada dessas pessoas, o embaixador disse que o espaço aéreo está aberto, e que é possível sair do Líbano por conta própria. Afirmou, no entanto, que não há relato de brasileiros entre os mortos da guerra.

Segundo a ONU, há mais de 1 milhão de pessoas no país deslocadas e forçadas a deixar suas casas, especialmente no Sul do Líbano, onde se concentra o embate com Israel. Nicolas afirma que a crise migratória é real e que é preciso de paz para que o povo libanês possa voltar para suas casas.

“A crise migratória é real. Já são mais de 1 milhão de pessoas deslocadas de suas casas por conta da agressão israelense. A gente precisa acabar urgentemente com o conflito para que o nosso povo possa voltar para suas cidades”.

O Líbano foi arrastado para a guerra em 2 de março, quando o Hezbollah lançou ataques contra Israel em resposta à morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, em bombardeios realizados pelos Estados Unidos de Donald Trump e por Israel contra a república islâmica.

Sobre as ações dos Estados Unidos e Israel no Oriente Médio, o embaixador do Líbano disse temer que as violações ao direito internacional façam o mundo voltar ao que era antes da Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Elias desconversou quando perguntado sobre o fato de o governo libanês ter tornado o embaixador iraniano em Beirute persona non grata e ter dado cinco dias para ele deixar o país.

Confira abaixo os principais trechos da entrevista:

Região de Marjayoun, no Sul do Líbano, onde ocorreu ataque aéreo israelense que atingiu a vila de Deir al-Zahrani Foto: AFP

  • Violação do direito internacional

“Se continuarmos assim, o mundo vai voltar ao que era antes da Segunda Guerra Mundial, quando qualquer país podia fazer o que quisesse”.

“Todo mundo sabe que o que está sendo feito agora (por Israel e os EUA) é contra o direito internacional. Mas o que aconteceu, aconteceu, e agora precisamos negociar a paz”.

  • Hezbollah e “hipocrisia” no Oriente Médio

“Ok, vamos partir do princípio de que precisamos ser muito agressivos com o Hezbollah. O primeiro ponto é que o governo libanês não tem os recursos para fazer isso sozinho, já que o Hezbollah é fortemente armado. Em segundo lugar, Israel não ajuda a dar motivos para o governo agir dessa forma porque eles continuam violando o nosso território. Quando alguém viola a sua soberania, a resistência, qualquer que seja ela, é legítima, certo?”.

“Isso mostra uma hipocrisia no Oriente Médio. Eu quero te esmagar, e ao mesmo tempo quero que você tenha um embate sangrento com o Hezbollah”.

  • Papel do Brasil na guerra

“Espero que o Brasil tenha um papel mais ativo na direção de acabar com a agressão ao Líbano e que ajude o governo libanês a retomar a estabilidade no país. Também espero que o Brasil possa contribuir de alguma maneira com o apelo da ONU, lançado há algumas semanas, assim como outras nações amigas contribuíram”.

“A embaixada (do Líbano) lançou uma campanha, chamada ‘Apoie o Líbano 2026′, em parceria com os consulados em São Paulo e Rio de Janeiro, para reunir ajuda da comunidade libanesa-brasileira e os amigos do Líbano no Brasil com a ajuda dos nossos parceiros na organização ‘Unidos pelo Líbano’“.

“Eu me permiti pedir ao Itamaraty que o Brasil dê mais passos adiante no sentido de mostrar que está se importando com o Líbano. Não estou falando do Oriente Médio, o Brasil é um país grande e tem interesses diferentes em países diferentes. Estou falando do Líbano”.

  • Cessar-fogo e busca pela paz

“A paz é a solução. E ela pode ser alcançada, entre outras coisas, se for respeitada a soberania dos países e as leis e normas internacionais”.

“A gente precisa acabar com a guerra e queremos o cessar-fogo, mas como fazer isso, se Israel continua nos agredindo e ocupando o nosso território?”.

“O governo do presidente Joseph Aoun já desenhou um roteiro para acabar com o conflito e alcançar a paz, formado por 4 pontos principais:

  1. Estabelecer um cessar-fogo completo, incluindo o fim de todos os ataques de Israel contra o Líbano, seja aéreo, marítimo ou por terra;
  2. Fornecer rapidamente apoio logístico necessário para as forças de segurança libanesas;
  3. O Exército libanês passaria a controlar imediatamente as áreas de conflito, prendendo e entregando todas as armas do Hezbollah, além de todos os depósitos encontrados através de informações disponíveis pelo governo;
  4. Israel e Líbano abririam negociações diretas, com ajuda de atores internacionais, para implementar os pontos citados acima”.

“Nosso presidente já declarou que está pronto para negociar diretamente com Israel, mas eles precisam parar com a agressão, temos que ter pelo menos um cessar-fogo temporário para conseguir negociar”.

“Israel está aberto a negociar com o Líbano? Há muitas respostas conflitantes para essa pergunta. Vamos lembrar que eles já invadiram 7 vezes o Líbano, eles invadem o nosso país desde 1978, depois em 82, 93, 96, 2006, há 2 anos e agora”.

  • Expulsão do embaixador do Irã de Beirute

“Antes da última guerra, a gente sempre tinha tido uma boa relação com o Irã por vários motivos. Primeiro por uma razão geográfica, outra razão é que temos uma grande comunidade no Líbano que é xiita e que tem laços familiares com o Irã, que estudaram no País. O Líbano não considerava o Irã um inimigo”.

“Recentemente, o governo libanês decidiu considerar persona non grata não o embaixador do Irã, mas o embaixador designado, porque ele ainda não apresentou as credenciais. Essa decisão foi tomada partindo do princípio de que nenhuma outra autoridade no Líbano pode desestabilizar a segurança ou a paz no País, nem usar armas para desrespeitar o governo. Provavelmente o governo notou interferência direta do Irã na segurança do Líbano”.

“Espero que, quando a guerra acabe, o Líbano ressurja maior e mais forte, como sempre faz, e que toda a região volte a ter estabilidade”.

O embaixador do Líbano no Brasil, Elias Nicolas, cobrou participação mais ativa do governo brasileiro para resolver o conflito no Oriente Médio Foto: Instagram @embaixadadolibano



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Um motorista morreu após o veículo que conduzia capotar no quilômetro 118 da rodovia Castello Branco (SP-280), no trecho de Boituva, interior de São Paulo, na n...


Um motorista morreu após o veículo que conduzia capotar no quilômetro 118 da rodovia Castello Branco (SP-280), no trecho de Boituva, interior de São Paulo, na noite desta sexta-feira (3). Além do óbito confirmado no local, uma segunda pessoa que estava no automóvel sofreu ferimentos moderados.

Segundo informações da PMRv (Polícia Militar Rodoviária), o veículo trafegava pela via quando o condutor perdeu o controle da direção por motivos ainda a serem esclarecidos. O automóvel capotou e parou no canteiro central da rodovia.

No momento do acidente, as condições climáticas eram favoráveis e a visibilidade era boa, segundo a concessionária da rodovia.

Atendimento e perícia

Equipes de resgate da concessionária e a Polícia Técnica foram acionadas para realizar os procedimentos de perícia e assistência às vítimas.

Por volta das 03h29 da madrugada de sábado (4), o veículo foi removido por um guincho leve e encaminhado para a base da PMRv.

As causas exatas que levaram à perda de controle do veículo serão investigadas pelas autoridades competentes.



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Técnico do São Paulo, Luis Zubeldía ficou na bronca com a arbitragem após o empate sem gols com o Atlético-MG, neste domingo (6), pelo Brasileirão. Após ser expulso no fim do primeiro tempo, o argentino fez um longo desabafo.

O comandante são-paulino lembrou que não é a primeira vez que a equipe é prejudicada pelo árbitro Ramon Abatti Abel, voltou a reclamar que Lyanco deveria ter sido expulso ainda na primeira etapa e que seguirá brigando pelos interesses do seu clube em campo, mesmo que isso custe novas expulsões.

Zubeldía ainda voltou no tempo e lembrou do pênalti marcado a favor do Palmeiras, na semifinal do Paulistão, e que inclusive teve a Federação Paulista de Futebol (FPF) reconhecendo o erro do árbitro em assinalar a penalidade em cima de Vitor Roque.

“A arbitragem a todo momento deixa dúvidas. Essa situação já não é mais nenhuma dúvida, o segundo cartão amarelo para o Lyanco. Eu não sei qual é o critério que utiliza, já não é a primeira vez que isso acontece com esse árbitro (Ramon Abatti). Quando jogamos pela Copa (do Brasil), uma jogada do (Wellington) Rato, ele (Lyanco) faz uma falta e é o último homem, porque ele fica de frente para o gol, e o árbitro não o expulsou. Tenho muita dúvida com essa arbitragem. A jogada (do Lyanco) era para amarelo. Tem coisas que não posso suportar. Sou treinador, não sou o chefe dos árbitros, mas é amarelo, é segundo cartão amarelo, é expulsão. Não entendo por que ele não fez isso”, começou por dizer.

“A mim não interessa ser expulso, não me importa que isso saia na TV e nas redes sociais, não me interessa nada. É para defender o meu time, defender o São Paulo. Uma vez em mil vou fazer isso porque eu vivo disso, o futebol é a minha vida, não posso permitir que um árbitro não expulse um jogador rival, quando tem que ser expulso. Como o pênalti que inventaram para o Palmeiras, são erros que não podem acontecer hoje em dia. E não me importa se estamos jogando de visitante, se o jogador tiver ou não hierarquia”, prosseguiu.

“Se a equipe joga bem ou mal, a responsabilidade é minha, mas quando um árbitro comete um erro, uma em mil vezes vou fazer ele notar erros que são importantes para o desenvolvimento do jogo. Se tiverem que me expulsar 20 vezes, me expulsarão. Não me importa. Já tenho nome como treinador e não me importa nada, redes sociais, o que me importa é defender o time que estou defendendo, que é o São Paulo. Quando há uma injustiça assim, eu tenho que mostrar ao árbitro, e se me custar uma expulsão, que se alguém tiver que me dizer algo, que seja a diretoria do São Paulo.”

Além de Zubeldía, o São Paulo ainda teve Calleri expulso no segundo tempo, assim como o Galo, que viu Lyanco receber o segundo amarelo e ser expulso nos acréscimos. No fim das contas, o jogo terminou empatado em 0 a 0, com os dois times ainda sem vencer no Brasileirão.

Próximos jogos do São Paulo:



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O Zoológico de Brasília conta agora com um novo casal de macacos-aranha-de-testa-branca (Ateles marginatus), uma das espécies mais ameaçadas da fauna brasileira. A fêmea Kika, resgatada pelo Ibama em 2019, recebeu o macho Chicão, vindo do Zoológico de Goiânia em maio deste ano. Após dois meses de adaptação, os dois foram integrados com sucesso.

O reforço faz parte de uma iniciativa nacional de manejo e conservação de espécies em risco, já que o macaco-aranha-de-testa-branca está classificado como “em perigo” pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

“Além de melhorar o bem-estar dos animais, essa união é estratégica para a tentativa de reprodução da espécie”, afirmou Wallison Couto, diretor-presidente do Zoológico de Brasília. “A integração de Kika e Chicão é resultado do empenho diário das nossas equipes técnicas e reforça o compromisso da instituição com a preservação da biodiversidade.”

O espaço já está aberto à visitação!

Da redação – Jornal O Grito.


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O Zoológico de Brasília preparou uma programação especial para celebrar o Dia das Crianças, com atividades gratuitas nos dias 11 e 12 de outubro, das 8h30 às 16...


O Zoológico de Brasília preparou uma programação especial para celebrar o Dia das Crianças, com atividades gratuitas nos dias 11 e 12 de outubro, das 8h30 às 16h. O evento promete unir diversão, aprendizado e contato com a natureza, encantando visitantes de todas as idades.

Com foco em lazer e educação ambiental, o Zoo oferecerá apresentações teatrais, brincadeiras, brinquedos infláveis e tendas educativas, onde o público poderá conhecer mais sobre os projetos de conservação da fauna e flora do Cerrado.

No sábado (11), a programação contará com teatro, atividades recreativas e ações de vacinação gratuita, realizadas em parceria com a Secretaria de Saúde do DF.

Shows de mágica são uma das atrações do Zoológico para o Dia das Crianças | Foto: Divulgação/Zoológico de Brasília

Já no domingo (12), além das atrações infantis e educativas, haverá uma feira de artesanato, em parceria com a Secretaria de Turismo, reunindo produtos locais e lembranças sustentáveis. O destaque do dia será o lançamento do livro “Pequi e o Cerrado Voador”, que conta a história de uma loba-guará resgatada, reabilitada e devolvida à natureza.

O Zoológico convida famílias de todo o DF e Entorno a participarem do fim de semana de celebração, reforçando o amor pela natureza e a importância da conservação ambiental.

Da redação – Jornal O Grito.


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O Jornal Democrático manifesta profundo pesar pelo falecimento de Xandy, morador pioneiro do bairro Parque Alvorada, em Luziânia, onde residia há mais de 30 ano...


O Jornal Democrático manifesta profundo pesar pelo falecimento de Xandy, morador pioneiro do bairro Parque Alvorada, em Luziânia, onde residia há mais de 30 anos. Ele foi vítima de um acidente fatal de motocicleta ocorrido neste domingo (29), na rodovia que liga Luziânia a Vianópolis.

Xandy era atleta do Atlético Alvoradense, tradicional time do bairro, e será sempre lembrado por sua alegria, companheirismo e dedicação dentro e fora de campo. Sua presença marcante, tanto nos jogos quanto no convívio com os amigos, deixará saudades profundas na comunidade.

Em nota, a diretoria do Atlético Alvoradense declarou: “Com imensa tristeza, comunicamos o falecimento do nosso amigo e integrante Xandy. Sua alegria, companheirismo e amor pelo nosso time sempre estarão marcados na nossa história. Hoje, o campo amanheceu mais silencioso… Perdemos um dos nossos. Desejamos força à família, amigos e a todos que tiveram o privilégio de conviver com ele. Descanse em paz, Xandy. Você sempre será parte da nossa camisa.”

Nos solidarizamos com todos os familiares, amigos e moradores do Parque Alvorada neste momento de dor. Que Deus conforte o coração de todos.



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O Distrito Federal dá um passo decisivo na proteção e cuidado com os animais de produção ao criar, pela primeira vez, uma estrutura voltada exclusivamente a ess...


O Distrito Federal dá um passo decisivo na proteção e cuidado com os animais de produção ao criar, pela primeira vez, uma estrutura voltada exclusivamente a esse fim: a Subsecretaria de Proteção aos Animais de Produção, vinculada à Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF). Para liderar esse novo e estratégico setor, o governador Ibaneis Rocha nomeou o médico veterinário e produtor rural Walter Roriz de Queiroz, o Waltinho, natural de Luziânia (GO), reconhecido pelo seu trabalho e atuação política no Entorno de Brasília.

A nova subsecretaria terá como missão central o resgate, acolhimento e proteção de animais de grande porte — como equinos e bovinos — soltos em áreas urbanas ou envolvidos em acidentes nas vias públicas. A iniciativa foi elogiada por Waltinho, que classificou a criação da pasta como “um avanço necessário e urgente” e destacou o pioneirismo do governador:

“O governador Ibaneis foi além de visionário, foi um verdadeiro percursor ao enxergar a gravidade do problema e oferecer uma resposta concreta. Quem conhece a realidade do campo sabe que animal solto perto de pista representa risco e sofrimento, para todos os lados.”

Com uma trajetória ligada diretamente à vida rural e aos cuidados com os animais, Waltinho traz para o cargo a experiência de quem conhece a realidade de perto. Médico veterinário e produtor rural, ele também teve forte atuação política em Luziânia, onde foi vereador e candidato a prefeito, obtendo mais de 12 mil votos. Agora, assume o desafio de estruturar do zero uma subsecretaria com papel técnico e social crucial.

“Vamos atuar com seriedade técnica e sensibilidade. Nosso objetivo é proteger vidas — tanto dos animais quanto das pessoas — e trazer mais segurança e ordem às vias do Distrito Federal. Agradeço sinceramente ao governador Ibaneis Rocha pela confiança e ao secretário Rafael Bueno, com quem terei a honra de trabalhar lado a lado.”

Metas claras e ação estratégica

Entre as metas imediatas da nova subsecretaria estão três eixos principais:

  1. Implantar uma rede de resgate e acolhimento de animais com atuação ágil e humanizada.
  2. Desenvolver políticas públicas específicas para o trato e gestão dos animais de produção em meio urbano.
  3. Estimular ações educativas que envolvam prevenção, conscientização e cooperação com a população.

Além disso, há planos de médio prazo para construir um sistema inteligente de mapeamento e resposta às ocorrências, combinando tecnologia e ação direta nas regiões com maior número de incidentes.
Visão de futuro e compromisso com Goiás

Com os olhos voltados para 2026, Waltinho também enxerga sua atuação dentro de um projeto político mais amplo, alinhado à estratégia nacional do seu partido, o PL:

“Nosso partido trabalha para construir uma grande frente da direita em Goiás. Estamos vivendo um tempo de reconstrução moral e de afirmação de valores como trabalho, ordem e respeito à vida. E eu quero estar na linha de frente, contribuindo com coragem e coerência, especialmente para o fortalecimento do Entorno e da minha cidade, Luziânia.”

Firmeza partidária e gratidão às lideranças

Respondendo às especulações sobre mudanças de legenda, Waltinho é direto:

“Seguirei firme no PL. Tenho gratidão pelas lideranças que acreditaram em mim e abriram espaço para esse novo momento. A deputada federal Bia Kicis no Distrito Federal e o senador Wilder Morais em Goiás são referências para mim. Eles representam com dignidade os valores que também defendo, e quero honrar essa confiança com trabalho sério e dedicação total.”

Com a nomeação de Waltinho, a Subsecretaria de Proteção aos Animais de Produção inicia sua trajetória com liderança técnica, política e profundamente enraizada no compromisso com a vida e com as regiões historicamente esquecidas. Um novo tempo começa — com ordem, responsabilidade e propósito.


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