Mais de um ano após a morte de Luiz Magno, o caso voltou a ser destaque na Câmara Municipal de Luziânia nesta terça-feira (17). Durante uso da tribuna, o vereador Maia cobrou justiça e relembrou os momentos difíceis que enfrentou após o crime.
Luiz foi baleado no dia 7 de novembro de 2024, na Rua Formosa, no Jardim Ingá. Ele sofreu um disparo na cabeça, ficou internado por oito dias em estado grave e faleceu no dia 15 de novembro.
De acordo com as investigações, o principal suspeito é Robson Lima Marques, ex-companheiro da mulher que estava com a vítima no momento. Ele teria se aproximado do veículo e efetuado os disparos.
A mulher, identificada como Rafaela, também foi atingida, com três tiros na mão, e sobreviveu após atendimento médico.
Durante o discurso, Maia relatou que também foi envolvido na ocorrência. Segundo ele, após os disparos, foi abordado pelo suspeito, sob ameaça com a arma do crime, e obrigado a ajudar na fuga.
O vereador contou ainda que, após a identificação do autor por câmeras de segurança, foi levado à delegacia para prestar esclarecimentos e permaneceu 19 dias à disposição da Justiça, período que classificou como o mais difícil da sua vida.
“O que eu peço hoje é justiça. Não é só pela família do Luiz Magno, mas por toda a nossa comunidade. Esse crime não pode ficar impune. Eu vivi dias muito difíceis, talvez os piores da minha vida, e sei o quanto isso marcou todos nós. A população do Jardim Ingá e de Luziânia precisa de uma resposta.”
O caso continua sendo acompanhado por moradores do Jardim Ingá, que cobram o andamento das investigações e a responsabilização do autor do crime.